08/04/2009 - 16h30
MÁRCIO FALCÃO
da Folha Online, em Brasília
O governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), recebeu nesta quarta-feira um apoio curioso na sua luta pela realização das prévias do PSDB para a escolha do nome do partido na disputa pela sucessão presidencial de 2010.
Em visita à CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado, Aécio viu o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) fazer uma defesa da consulta às bases do partido na hora de definir seu representante.
Suplicy disse que defendia as prévias tucanas porque seria a melhor forma de respeitar a democracia. "As prévias são importantes em qualquer democracia", disse. A declaração surpreendeu Aécio, que se disse lisonjeando. "É muito bom receber esse tipo de apoio", afirmou.
O governador de Minas defende que o PSDB apresente até o final do ano a candidatura tucana à Presidência da República. O partido tem dois nomes fortes para a disputa: Aécio e o governador de São Paulo, José Serra. Aécio disse que espera que a decisão seja tomada por meio de prévias.
O grupo de apoio a Serra, entretanto, defende um entendimento interno sem a realização de prévias. Aécio tem resistência a um acordo entre ele e Serra para evitar as prévias. Ele também não simpatiza com a ideia de uma chapa puro-sangue, na qual ficaria como vice de Serra.
quinta-feira, 16 de abril de 2009
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Temer quer prioridade para votar reformas política e tributária
Rodolfo Stuckert
O presidente da Câmara, Michel Temer, anunciou nesta segunda-feira que depois do carnaval haverá duas reuniões de líderes para discutir a tramitação das reformas política e tributária (PECs 233/08, 31/07 e 45/07). "Serão reuniões sem hora para acabar, porque queremos que a votação desses temas seja a marca deste biênio da Presidência da Câmara", anunciou. Em relação à reforma política, o presidente classificou "todos os temas" como polêmicos e afirmou que a tendência é eles serem votados de forma "fatiada", e não em bloco. Ele se referia às sete sugestões enviadas pelo governo ao Congresso no último dia 10 e às propostas de emenda à Constituição admitidas no fim de 2008 pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), que aguardam a instalação de uma comissão especial para terem o seu mérito avaliado. Votação fatiada O fatiamento da reforma política tem apoio da maioria dos partidos. O líder do Governo, deputado Henrique Fontana (PT-RS), disse acreditar que dessa maneira as resistências aos temas serão diluídas, facilitando o consenso em torno de pontos específicos.O líder do PR, deputado Sandro Mabel (GO), também defendeu a separação: "O bolo todo é indigesto; temos de votar em fatias", disse. Porém, ele salientou que essa forma de votação não será suficiente para acabar com as divergências pontuais entre os partidos. "O PR não é favorável, por exemplo, às listas fechadas ou ao fim das coligações, mas podemos avançar", declarou, em referência aos temas centrais de dois projetos apresentados pelo governo.JanelaO posicionamento mais crítico às propostas do governo foi o do líder do DEM, deputado Ronaldo Caiado (GO). Para ele, o Executivo cometeu um "acinte" ao apresentar especialmente a proposta (PL 4635/09) que estabelece uma "janela" de um mês para a mudança de partidos pelos parlamentares que estejam exercendo mandatos e pretendam concorrer às próximas eleições. A proposta deixa claro que a expulsão do partido acarreta perda de mandato, mas nesse caso dá condições para que o parlamentar se defenda."A janela de infidelidade vai recriar o mensalão, estabelecendo um balcão de negócios que desestabilizará todos os partidos", afirmou Caiado. Segundo ele, um dos objetivos do DEM será "desmascarar" a proposta do governo - que teria sido apresentada, na sua opinião, para favorecer a candidatura da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, à Presidência da República em 2010. Voto distrital O líder do PSDB, deputado José Aníbal (SP), minimizou as propostas do governo por considerá-las insuficientes para resolver "o verdadeiro problema do sistema político brasileiro" - que ele considera ser a relação entre o candidato e o eleitor. Para o PSDB, uma proposta de reforma política deveria conter a implantação do voto distrital. "É importante definir com clareza o alcance da reforma política para não criar ilusões", alertou Aníbal.Já o líder do Psol, deputado Ivan Valente (SP), é contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 322/09, que faz parte do pacote do governo e restabelece a cláusula de barreira para limitar a atuação dos partidos que não obtiverem um desempenho eleitoral mínimo. "Essa hipótese já foi derrubada pelo Supremo Tribunal Federal, que permitiu a existência dos partidos com identidade programática e ideológica. Não será assim que se acabará com os partidos de aluguel", disse Valente.
O presidente da Câmara, Michel Temer, anunciou nesta segunda-feira que depois do carnaval haverá duas reuniões de líderes para discutir a tramitação das reformas política e tributária (PECs 233/08, 31/07 e 45/07). "Serão reuniões sem hora para acabar, porque queremos que a votação desses temas seja a marca deste biênio da Presidência da Câmara", anunciou. Em relação à reforma política, o presidente classificou "todos os temas" como polêmicos e afirmou que a tendência é eles serem votados de forma "fatiada", e não em bloco. Ele se referia às sete sugestões enviadas pelo governo ao Congresso no último dia 10 e às propostas de emenda à Constituição admitidas no fim de 2008 pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), que aguardam a instalação de uma comissão especial para terem o seu mérito avaliado. Votação fatiada O fatiamento da reforma política tem apoio da maioria dos partidos. O líder do Governo, deputado Henrique Fontana (PT-RS), disse acreditar que dessa maneira as resistências aos temas serão diluídas, facilitando o consenso em torno de pontos específicos.O líder do PR, deputado Sandro Mabel (GO), também defendeu a separação: "O bolo todo é indigesto; temos de votar em fatias", disse. Porém, ele salientou que essa forma de votação não será suficiente para acabar com as divergências pontuais entre os partidos. "O PR não é favorável, por exemplo, às listas fechadas ou ao fim das coligações, mas podemos avançar", declarou, em referência aos temas centrais de dois projetos apresentados pelo governo.JanelaO posicionamento mais crítico às propostas do governo foi o do líder do DEM, deputado Ronaldo Caiado (GO). Para ele, o Executivo cometeu um "acinte" ao apresentar especialmente a proposta (PL 4635/09) que estabelece uma "janela" de um mês para a mudança de partidos pelos parlamentares que estejam exercendo mandatos e pretendam concorrer às próximas eleições. A proposta deixa claro que a expulsão do partido acarreta perda de mandato, mas nesse caso dá condições para que o parlamentar se defenda."A janela de infidelidade vai recriar o mensalão, estabelecendo um balcão de negócios que desestabilizará todos os partidos", afirmou Caiado. Segundo ele, um dos objetivos do DEM será "desmascarar" a proposta do governo - que teria sido apresentada, na sua opinião, para favorecer a candidatura da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, à Presidência da República em 2010. Voto distrital O líder do PSDB, deputado José Aníbal (SP), minimizou as propostas do governo por considerá-las insuficientes para resolver "o verdadeiro problema do sistema político brasileiro" - que ele considera ser a relação entre o candidato e o eleitor. Para o PSDB, uma proposta de reforma política deveria conter a implantação do voto distrital. "É importante definir com clareza o alcance da reforma política para não criar ilusões", alertou Aníbal.Já o líder do Psol, deputado Ivan Valente (SP), é contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 322/09, que faz parte do pacote do governo e restabelece a cláusula de barreira para limitar a atuação dos partidos que não obtiverem um desempenho eleitoral mínimo. "Essa hipótese já foi derrubada pelo Supremo Tribunal Federal, que permitiu a existência dos partidos com identidade programática e ideológica. Não será assim que se acabará com os partidos de aluguel", disse Valente.
Notícias anteriores:Acordo sobre reforma tributária dependerá de estimativas sobre ICMS Ministros apresentam à Câmara proposta para reforma política
Reportagem - Rodrigo BittarEdição - João Pitella Junior(Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara')Agência CâmaraTel. (61) 3216.1851/3216.1852Fax. (61) 3216.1856E-mail:agencia@camara.gov.br
Conheça as propostas do governo para a reforma política
Mais - 16/02/2009 20h49
Veja, a seguir, quais são as sugestões do Executivo apresentadas à Câmara sobre a reforma política:-
Listas fechadas (PL 4636/09): O projeto prevê a adoção do voto em listas partidárias preordenadas nas eleições proporcionais, também conhecido como sistema de listas fechadas. Por esse sistema, o preenchimento das vagas a que o partido ou coligação conquista nas urnas é feito seguindo uma ordem estabelecida previamente em convenção partidária.
- Compra de votos (PL 4633/09): O projeto amplia a caracterização da compra de votos e atualiza os valores das multas aplicáveis aos infratores.
- Mudança de partido (PL 4635/09): O projeto estabelece uma "janela" de um mês para a mudança de partidos pelos parlamentares que estejam exercendo seus mandatos e pretendam concorrer às próximas eleições. A proposta também deixa claro que a expulsão do partido acarreta perda de mandato, mas dá condições para que o parlamentar se defenda.
- Financiamento público (PL 4634/09): O projeto estabelece o financiamento público exclusivo para as campanhas eleitorais, vedando totalmente aos partidos receberem de pessoa física ou jurídica doações em dinheiro ou equivalentes, inclusive por meio de publicidade de qualquer espécie.
- Inelegibilidade (PLP 446/09): O projeto torna inelegíveis candidatos condenados em decisão colegiada ou em decisão de primeira instância transitada em julgado.
- Coligações (PL 4637/09): O projeto acaba com as coligações partidárias para eleições proporcionais - de vereadores e deputados federais e estaduais. A proposta permite coligações para cargos majoritários, ou seja, governadores, prefeitos, presidente e senadores.
- Cláusula de barreira (PEC 322/09): A PEC cria uma cláusula de barreira para os partidos políticos de acordo com seu desempenho eleitoral. Apenas partidos que obtivessem um desempenho mínimo teriam candidatos eleitos para os cargos de deputado federal, estadual ou distrital. Seriam necessários 1% de votos válidos em todo o País para deputados federais, desde que fossem alcançados também 0,5% dos votos válidos em pelo menos 2/3 dos estados.
Reportagem - Rodrigo BittarEdição - João Pitella Junior(Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara')Agência CâmaraTel. (61) 3216.1851/3216.1852Fax. (61) 3216.1856E-mail:agencia@camara.gov.br
Veja, a seguir, quais são as sugestões do Executivo apresentadas à Câmara sobre a reforma política:-
Listas fechadas (PL 4636/09): O projeto prevê a adoção do voto em listas partidárias preordenadas nas eleições proporcionais, também conhecido como sistema de listas fechadas. Por esse sistema, o preenchimento das vagas a que o partido ou coligação conquista nas urnas é feito seguindo uma ordem estabelecida previamente em convenção partidária.
- Compra de votos (PL 4633/09): O projeto amplia a caracterização da compra de votos e atualiza os valores das multas aplicáveis aos infratores.
- Mudança de partido (PL 4635/09): O projeto estabelece uma "janela" de um mês para a mudança de partidos pelos parlamentares que estejam exercendo seus mandatos e pretendam concorrer às próximas eleições. A proposta também deixa claro que a expulsão do partido acarreta perda de mandato, mas dá condições para que o parlamentar se defenda.
- Financiamento público (PL 4634/09): O projeto estabelece o financiamento público exclusivo para as campanhas eleitorais, vedando totalmente aos partidos receberem de pessoa física ou jurídica doações em dinheiro ou equivalentes, inclusive por meio de publicidade de qualquer espécie.
- Inelegibilidade (PLP 446/09): O projeto torna inelegíveis candidatos condenados em decisão colegiada ou em decisão de primeira instância transitada em julgado.
- Coligações (PL 4637/09): O projeto acaba com as coligações partidárias para eleições proporcionais - de vereadores e deputados federais e estaduais. A proposta permite coligações para cargos majoritários, ou seja, governadores, prefeitos, presidente e senadores.
- Cláusula de barreira (PEC 322/09): A PEC cria uma cláusula de barreira para os partidos políticos de acordo com seu desempenho eleitoral. Apenas partidos que obtivessem um desempenho mínimo teriam candidatos eleitos para os cargos de deputado federal, estadual ou distrital. Seriam necessários 1% de votos válidos em todo o País para deputados federais, desde que fossem alcançados também 0,5% dos votos válidos em pelo menos 2/3 dos estados.
Reportagem - Rodrigo BittarEdição - João Pitella Junior(Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara')Agência CâmaraTel. (61) 3216.1851/3216.1852Fax. (61) 3216.1856E-mail:agencia@camara.gov.br
terça-feira, 7 de abril de 2009
quinta-feira, 2 de abril de 2009
JUVENTUDE ESTADUAL SEMPRE A MESMA COISA
CAROS AMIGOS VEJAM O QUE ACONTECEU E O QUE FAZEM COM QUEM CONTRARIA A JPSDB ESTADUAL, UMA PENA POIS HOJE MINHA CIDADE SÓ TEM DOIS SUPLENTES DO CONSELHO SENDO QUE NOSSA PARTICIPAÇÃO E APOIO SEMPRE FORAM INRRESTRISTOS SÓ O FATO DE MINHA PESSOA DISPUTAR UMA VAGA NO DIRETÓRIO ESTADUAL CAUSOU ESSE MAL ESTAR. E ISSO AI PELÉ EU TAMBEM DORMI JUNTO COM VC NAQUELE ESTADIO, GRAÇAS AO NOSSO PESSOAL QUE PODEMOS DORMIR ALI E PELO MENOS TERMOS UM TETO PARA DORMIR....POLEMICAS A PARTE SR. PRESIDENTE, QUE NÃO ME RESPONDE MINHAS MENSAGENS DE MSN, UM DIA DA CAÇA E OUTRO DO CAÇADOR...ABS.. TULHÃO VEJAM MEU BLOG. http://variedadesdotulhao.blogspot.com
Prezados companheiros Tucanos,
Há mais de um ano ocorreu no Parque da Juventude, zona norte de São Paulo, a Conferência Estadual de Juventude reunindo jovens de todo o estado, inclusive nós de Ribeirão Preto, afinal estamos presentes em todos os eventos que a JPSDB participa ou organiza.
Naquela ocasião o presidente Antonio Carlos de Freitas Junior e o companheiro Beto Perosa autorizaram o fretamento de um ônibus para nos transportar até o evento. Por telefone o presidente Antonio Carlos de Freitas Junior nos informou que o valor do ônibus seria pago para mim assim que chegássemos ao Parque da Juventude.
O valor do frete foi R$ 1900,00 (um mil e novecentos reais) sendo que R$ 900,00 (novecentos reais) foi doado pelo Deputado Federal William Woo em conjunto com o Vereador Tucano de Ribeirão Preto Bertinho Scandiuzzi cujo seu filho Rangel Scandiuzzi é assessor do Deputado Federal William Woo, por isso a doação em conjunto. Sendo assim, após conseguirmos um “desconto” de R$ 900,00 (novecentos reais) para o caixa da JPSDB, esta entidade deveria ter me pago o valor de R$ 1000,00 (um mil reais) para que a palavra do senhor presidente pudesse ser cumprida.
Nosso ônibus chegou ao Parque da Juventude e conforme o evento foi ocorrendo, fui cobrando o que foi combinado e sempre adiavam para outro horário ou para o domingo, chegou o domingo e disseram q esse valor estaria em minha conta na 4ª feira daquela semana, chegou 4ª feira e adiaram para a outra 4ª feira e a cada data estipulada sempre estipulavam outra.
A forma como fui tratado pelo senhor presidente e pelo senhor tesoureiro Bana foi exatamente como um político taxado como BAGRE ENSABOADO, um joga para o outro, o outro fala que não sabe de nada, etc, etc. o Senhor Bana não firmou compromisso algum comigo, portanto ele não deve ser crucificado pelo CALOTE que levei, mas não deixou de agir como um BAGRE ENSABOADO.
Passados alguns meses, tive que gastar mais R$ 120,00 (cento e vinte reais) para ir até a Assembleia Legislativa cobrar isso pessoalmente com o Presidente Antonio Carlos de Freitas Junior e o Deputado Estadual Bruno Covas Lopes. O nobre Deputado ficou indignado com o ocorrido e solicitou a presença do seu então assessor Ricardo Ezequiel Torres, que hoje é chefe de gabinete da Liderança do PSDB da ALESP com muito merecimento, para resolver o ocorrido. O meu amigo Ricardo Ezequiel Torres entrou em contato com as pessoas responsáveis pelo CALOTE, e conseguiu reunir R$ 500,00 (quinhentos reais). Passados mais alguns meses eu fui trabalhar em São Paulo e o meu amigo Ricardo Ezequiel Torres conseguiu reunir mais algumas quantias em dois pagamentos.
Após todos esses incidentes, o presidente Antonio Carlos de Freitas Junior começou a boicotar a minha presença nas reuniões da JPSDB, pois quem o conhece de verdade sabe que ele realmente boicota quem não concorda com as idéias dele, isso é ser Social Democrata? A juventude é do PSDB ou do Antonio Carlos de Freitas Junior? Participa dela quem quer e tem vontade de militar ou quem o presidente determina? Acho que o PSDB tem que dar um basta nesses ditadorezinhos de caráter duvidoso.
Não vou mais me alongar, pois aqui ainda caberiam os contatos que fiz com o Deputado Federal Duarte Nogueira, com Tesoureiro Estadual e o Nacional do partido, dentre outros contatos que não serviram de nada. Na hora das eleições eles correm atrás da Juventude.
Enfim, daqui três dias o CALOTE completará um ano e até agora o valor total do não me foi pago, ainda restam R$ 380,00 (trezentos e oitenta reais). Isso porque estou somando 2% de juros ao mês, mais juros de 8,99% do meu cheque especial que foi utilizado por dois meses devido ao CALOTE, as passagens que utilizei para ir até a ALESP e os mais de 70 telefonemas que dei para cobrar. Sugeri contabilizar esses outros custos ao meu amigo Ricardo Ezequiel Torres e ele achou muito justo.
A atitude me entristece não só pelo CALOTE, mas principalmente pela forma como fui tratado. Eu que sempre carreguei o nome da JPSDB aqui em Ribeirão Preto e região, que já participei da fundação de juventudes aqui na minha região, que sempre estive presente nas reuniões da executiva, que fui a Brasília dormir no meio de baratas e escorpiões no estádio Mané Garrincha na penúltima Convenção Nacional para poder ajudar a levar a Bandeira da JPSDB-SP naquele evento, etc.
Finalizo perguntando: e aí responsáveis pelo CALOTE, quando vocês vão ser homens para cumprir com o que combinaram comigo? HONREM O TÍTULO DE HOMEM QUE DEUS DEU A VOCÊS!!!!
Att.
Edson F. Nascimento Jr. (Pelé)
Prezados companheiros Tucanos,
Há mais de um ano ocorreu no Parque da Juventude, zona norte de São Paulo, a Conferência Estadual de Juventude reunindo jovens de todo o estado, inclusive nós de Ribeirão Preto, afinal estamos presentes em todos os eventos que a JPSDB participa ou organiza.
Naquela ocasião o presidente Antonio Carlos de Freitas Junior e o companheiro Beto Perosa autorizaram o fretamento de um ônibus para nos transportar até o evento. Por telefone o presidente Antonio Carlos de Freitas Junior nos informou que o valor do ônibus seria pago para mim assim que chegássemos ao Parque da Juventude.
O valor do frete foi R$ 1900,00 (um mil e novecentos reais) sendo que R$ 900,00 (novecentos reais) foi doado pelo Deputado Federal William Woo em conjunto com o Vereador Tucano de Ribeirão Preto Bertinho Scandiuzzi cujo seu filho Rangel Scandiuzzi é assessor do Deputado Federal William Woo, por isso a doação em conjunto. Sendo assim, após conseguirmos um “desconto” de R$ 900,00 (novecentos reais) para o caixa da JPSDB, esta entidade deveria ter me pago o valor de R$ 1000,00 (um mil reais) para que a palavra do senhor presidente pudesse ser cumprida.
Nosso ônibus chegou ao Parque da Juventude e conforme o evento foi ocorrendo, fui cobrando o que foi combinado e sempre adiavam para outro horário ou para o domingo, chegou o domingo e disseram q esse valor estaria em minha conta na 4ª feira daquela semana, chegou 4ª feira e adiaram para a outra 4ª feira e a cada data estipulada sempre estipulavam outra.
A forma como fui tratado pelo senhor presidente e pelo senhor tesoureiro Bana foi exatamente como um político taxado como BAGRE ENSABOADO, um joga para o outro, o outro fala que não sabe de nada, etc, etc. o Senhor Bana não firmou compromisso algum comigo, portanto ele não deve ser crucificado pelo CALOTE que levei, mas não deixou de agir como um BAGRE ENSABOADO.
Passados alguns meses, tive que gastar mais R$ 120,00 (cento e vinte reais) para ir até a Assembleia Legislativa cobrar isso pessoalmente com o Presidente Antonio Carlos de Freitas Junior e o Deputado Estadual Bruno Covas Lopes. O nobre Deputado ficou indignado com o ocorrido e solicitou a presença do seu então assessor Ricardo Ezequiel Torres, que hoje é chefe de gabinete da Liderança do PSDB da ALESP com muito merecimento, para resolver o ocorrido. O meu amigo Ricardo Ezequiel Torres entrou em contato com as pessoas responsáveis pelo CALOTE, e conseguiu reunir R$ 500,00 (quinhentos reais). Passados mais alguns meses eu fui trabalhar em São Paulo e o meu amigo Ricardo Ezequiel Torres conseguiu reunir mais algumas quantias em dois pagamentos.
Após todos esses incidentes, o presidente Antonio Carlos de Freitas Junior começou a boicotar a minha presença nas reuniões da JPSDB, pois quem o conhece de verdade sabe que ele realmente boicota quem não concorda com as idéias dele, isso é ser Social Democrata? A juventude é do PSDB ou do Antonio Carlos de Freitas Junior? Participa dela quem quer e tem vontade de militar ou quem o presidente determina? Acho que o PSDB tem que dar um basta nesses ditadorezinhos de caráter duvidoso.
Não vou mais me alongar, pois aqui ainda caberiam os contatos que fiz com o Deputado Federal Duarte Nogueira, com Tesoureiro Estadual e o Nacional do partido, dentre outros contatos que não serviram de nada. Na hora das eleições eles correm atrás da Juventude.
Enfim, daqui três dias o CALOTE completará um ano e até agora o valor total do não me foi pago, ainda restam R$ 380,00 (trezentos e oitenta reais). Isso porque estou somando 2% de juros ao mês, mais juros de 8,99% do meu cheque especial que foi utilizado por dois meses devido ao CALOTE, as passagens que utilizei para ir até a ALESP e os mais de 70 telefonemas que dei para cobrar. Sugeri contabilizar esses outros custos ao meu amigo Ricardo Ezequiel Torres e ele achou muito justo.
A atitude me entristece não só pelo CALOTE, mas principalmente pela forma como fui tratado. Eu que sempre carreguei o nome da JPSDB aqui em Ribeirão Preto e região, que já participei da fundação de juventudes aqui na minha região, que sempre estive presente nas reuniões da executiva, que fui a Brasília dormir no meio de baratas e escorpiões no estádio Mané Garrincha na penúltima Convenção Nacional para poder ajudar a levar a Bandeira da JPSDB-SP naquele evento, etc.
Finalizo perguntando: e aí responsáveis pelo CALOTE, quando vocês vão ser homens para cumprir com o que combinaram comigo? HONREM O TÍTULO DE HOMEM QUE DEUS DEU A VOCÊS!!!!
Att.
Edson F. Nascimento Jr. (Pelé)
quarta-feira, 1 de abril de 2009
blog alterado
ola pessoal estou com um blog novo o Variedades do Tulhão substituindo o blog do Tulhão, todas as mensagens que eram do blog do Tulhão foram importadas para esse.
Espero que curtam
variedadesdotulhao.blogspot.com
Espero que curtam
variedadesdotulhao.blogspot.com
domingo, 8 de março de 2009
Ronaldo marca, brilha e muda história do clássico para o Timão
http://video.globo.com/Videos/Player/Esportes/0,,GIM978651-7824-RONALDO+FAZ+SEU+PRIMEIRO+GOL+NO+CORINTHIANS+AOS+DO+TEMPO+CONTRA+O+PALMEIRAS,00.html
Quase 45 mil pessoas lotaram o estádio Prudentão para acompanhar o clássico entre Palmeiras e Corinthians e, claro, ver Ronaldo em ação. O Fenômeno entrou no segundo tempo, carimbou a trave e depois mudou a história da partida: marcou de cabeça o gol de empate por 1 a 1, aos 47 minutos, subiu no alambrado e comemorou com os torcedores (assista ao lance). O Fenômeno abrilhantou a história do clássico e disse não se aguentar de tanta emoção. O alambrado caiu, e a Polícia teve de conter uma torcida alucinada com a atuação triunfal do camisa 9.
Com o resultado, o Verdão segue na liderança do Paulistão, com 29 pontos e um jogo a menos. O Timão tem 26 pontos e permanece na segunda posição. Na próxima rodada, o Palmeiras encara o Ituano fora de casa, e o Corinthians recebe o São Caetano. Os dois jogos são nesta quarta-feira.
A entrada das duas equipes em campo foi digna de um espetáculo. Jogadores entraram juntos, assim como Vanderlei Luxemburgo e Mano Menezes, que passaram um clima de paz e cordialidade. No Prudentão lotado, a torcida também se divertia. O único problema para todos era o forte calor que fazia no interior do estado. Ronaldo sentou-se ao banco e aguardou pelo momento de fazer parte do clássico.
Times fechados, galinhas e Ronaldo auxiliar
O jogo começou muito pegado para os dois lados. E logo aos três minutos, um lance polêmico. Diego Souza caiu na área em disputa de bola com Fabinho. Mas o árbitro não entendeu que houve pênalti e mandou seguir. As duas equipes conduziam a bola com velocidade, mas demoraram a concluir e assustar os goleiros. O Timão tentava jogar em cima de Marcão, que abusava das faltas e recebeu cartão amarelo. Mas, aos 15, foi o Verdão que apareceu bem: Maurício Ramos subiu mais do que os adversários e cabeceou, obrigando defesa difícil de Felipe (assista ao vídeo).
O Alviverde, que no começo não encontrava Keirrison, passou a se aproximar mais do atacante com Diego Souza e Cleiton Xavier. Enquanto isso, à beira do campo, Mano tinha um auxiliar: Ronaldo ajudava a orientar os companheiros. E teve ainda mais tempo para isso aos 22 minutos, quando o árbitro parou a partida para que todos pudessem se hidratar, devido ao forte calor. O Fenômeno conversou com os titulares, deu dicas e até molhou toalhas para colocar na cabeça dos jogadores, que sofriam com o sol forte e a temperatura em torno dos 35º C.
Marcos Ribolli/GLOBOESPORTE.COM
Mano dá instruções no tempo técnico
Depois de muita água e algumas instruções, os times retomaram a partida. A curiosidade agora ficava por conta de duas galinhas, que assistiam ao jogo da beira do gramado, em posição privilegiada. E Luxa, também vendo tudo de perto, percebeu que Marcão era o alvo dos corintianos, principalmente de Jorge Henrique, e inverteu a posição do zagueiro, que passou para o meio. Danilo foi para a esquerda.
Os dois times, recheados de jogadores de defesa e postados com muita cautela, seguiam tendo dificuldades para criar e concluir as jogadas. Apenas esperavam. Keirrison voltava a ficar isolado. Aos 35, Jorge Henrique descolou um lançamento para Douglas, mas foi muito forte e o jogador não conseguiu arrematar. Aos 42, em um cruzamento na área, Sandro Silva agarrou Chicão por trás, e este revidou com uma cotovelada. O árbitro não viu o lance violento. E Marcão, que já havia recebido o cartão, também não deixou de ser duro em vários momentos. Mano reclamava da paciência da arbitragem com o jogador palmeirense.
Felipe falha, e Verdão aproveita. Ronaldo entra e muda a história O calor deu uma trégua. Nuvens apareceram, o sol se foi, e passou a ventar forte. Os times voltaram sem modificações, e Ronaldo seguiu no banco. E o jogo, que havia sido extremamente fechado e sem riscos no primeiro tempo, mudou logo aos três minutos. Keirrison, de costas, lançou a bola para o ataque. Felipe saiu errado, pulou, não achou nada e deixou Diego Souza receber livre. Ele ainda driblou o camisa 1 e chutou certeiro para a rede. Desespero de Felipe e festa palmeirense (assista ao vídeo).
O Timão tentou responder com uma jogada rápida pela direita, que terminou em uma bomba de Jorge Henrique. Mas Bruno não cometeu o erro de Felipe e espalmou com propriedade. O gol sofrido fez com que o Alvinegro saísse mais para o jogo e tentasse pressionar o Verdão. Este, por sua vez, aproveitava os contra-ataques.
Mano tirou Souza, que ficava mais fixo, e tentou dar movimentação ao time com a entrada de Dentinho. Ainda não era a vez de Ronaldo. Enquanto isso, Felipe tentava se redimir. Aos 14, fez uma defesa importante após um chute de Keirrison. Do outro lado, Elias soltou uma bomba que assustou Bruno.
Marcos Ribolli/GLOBOESPORTE.COM
Ronaldo entra para decidir o jogo
Aos 15, Ronaldo levantou-se para entrar em campo. A torcida enlouqueceu. Escudero saiu exatamente aos 19 minutos para a entrada do Fenômeno. O Palmeiras também mudou: saiu Diego Souza e entrou Willians, para puxar os contra-ataques. Mano também queimou a última alteração com Alessandro no lugar de Fabinho. Luxa respondeu com Jumar na vaga de Sandro Silva, para aumentar a marcação.
No primeiro lance, Ronaldo não alcançou a bola na área. No segundo, deu um drible em Pierre e uma arrancada discreta. A cada movimentação do camisa 9, a torcida vibrava. Mas o que o Corinthians precisava era do gol de empate. Elias tentou descer pela direita, mas o campo acabou.
Aos 25, Ronaldo sofreu uma falta perto da área, mas o árbitro não marcou. No contra-ataque, Willians bateu pela direita e obrigou Felipe a espalmar o chute. Aos 28, Cleiton Xavier também atormentou o camisa 1, em um cobrança de falta que Felipe tirou com a ponta dos dedos. Aos 32, mais pressão palmeirense: Armero arrancou e tocou para Keirrison, que concluiu para fora.
Aos 33, o estádio se levantou: Ronaldo se livrou da marcação do Jumar e arriscou um chute forte. A bola bateu na quina do poste esquerdo de Bruno e levou a torcida ao delírio (assista ao vídeo). Os palmeirenses se calaram. Aos 39, Dentinho sofreu uma falta na entrada da área, e o Verdão reclamou muito. Mas André Santos cobrou por cima do gol.
Ronaldo também apareceu bem aos 42, quando driblou Maurício Ramos, foi à linha de fundo, pela esquerda, e cruzou para Dentinho cabecear. Bruno espalmou e salvou o Verdão.
Ronaldo sabia que ia mudar a história? Parecia estar escrito. Aos 47, Douglas cobrou escanteio e o atacante subiu para cabecear e fazer o gol de empate do Timão. O camisa 9 se desesperou, correu, subiu no alambrado e comemorou com a torcida. Recebeu cartão amarelo, mas nem se importou: se emocionou demais! O alambrado caiu e a Polícia precisou conter a torcida, enlouquecida.
Ficha técnica:
PALMEIRAS 1 x 1 CORINTHIANS
Bruno; Maurício Ramos, Danilo e Marcão; Fabinho Capixaba, Pierre, Sandro Silva (Jumar), Cleiton Xavier, Diego Souza (Willians) e Armero; Keirrison (Marquinhos).
Felipe; Chicão, William e Escudero (Ronaldo); Fabinho (Alessandro), Cristian, Elias, Douglas e André Santos; Jorge Henrique e Souza (Dentinho).
Técnico: V. Luxemburgo.
Técnico: Mano Menezes.
Gols: Diego Souza, aos três minutos do segundo tempo; Ronaldo, aos 47 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Marcão, Keirrison, Maurício Ramos, Fabinho Capixaba, Pierre (Palmeiras); Cristian, Escudero, Ronaldo, Dentinho e Felipe (Corinthians). Cartão vermelho: Fabinho Capixaba.
Estádio: Prudentão. Data: 08/03/2009. Árbitro: Cleber Wellington Abade. Auxiliares: Carlos Augusto Nogueira Junior e Nilson de Souza Monção.
Renda e público: R$ 1.348.390,00/44.479 pagantes
Quase 45 mil pessoas lotaram o estádio Prudentão para acompanhar o clássico entre Palmeiras e Corinthians e, claro, ver Ronaldo em ação. O Fenômeno entrou no segundo tempo, carimbou a trave e depois mudou a história da partida: marcou de cabeça o gol de empate por 1 a 1, aos 47 minutos, subiu no alambrado e comemorou com os torcedores (assista ao lance). O Fenômeno abrilhantou a história do clássico e disse não se aguentar de tanta emoção. O alambrado caiu, e a Polícia teve de conter uma torcida alucinada com a atuação triunfal do camisa 9.
Com o resultado, o Verdão segue na liderança do Paulistão, com 29 pontos e um jogo a menos. O Timão tem 26 pontos e permanece na segunda posição. Na próxima rodada, o Palmeiras encara o Ituano fora de casa, e o Corinthians recebe o São Caetano. Os dois jogos são nesta quarta-feira.
A entrada das duas equipes em campo foi digna de um espetáculo. Jogadores entraram juntos, assim como Vanderlei Luxemburgo e Mano Menezes, que passaram um clima de paz e cordialidade. No Prudentão lotado, a torcida também se divertia. O único problema para todos era o forte calor que fazia no interior do estado. Ronaldo sentou-se ao banco e aguardou pelo momento de fazer parte do clássico.
Times fechados, galinhas e Ronaldo auxiliar
O jogo começou muito pegado para os dois lados. E logo aos três minutos, um lance polêmico. Diego Souza caiu na área em disputa de bola com Fabinho. Mas o árbitro não entendeu que houve pênalti e mandou seguir. As duas equipes conduziam a bola com velocidade, mas demoraram a concluir e assustar os goleiros. O Timão tentava jogar em cima de Marcão, que abusava das faltas e recebeu cartão amarelo. Mas, aos 15, foi o Verdão que apareceu bem: Maurício Ramos subiu mais do que os adversários e cabeceou, obrigando defesa difícil de Felipe (assista ao vídeo).
O Alviverde, que no começo não encontrava Keirrison, passou a se aproximar mais do atacante com Diego Souza e Cleiton Xavier. Enquanto isso, à beira do campo, Mano tinha um auxiliar: Ronaldo ajudava a orientar os companheiros. E teve ainda mais tempo para isso aos 22 minutos, quando o árbitro parou a partida para que todos pudessem se hidratar, devido ao forte calor. O Fenômeno conversou com os titulares, deu dicas e até molhou toalhas para colocar na cabeça dos jogadores, que sofriam com o sol forte e a temperatura em torno dos 35º C.
Marcos Ribolli/GLOBOESPORTE.COM
Mano dá instruções no tempo técnico
Depois de muita água e algumas instruções, os times retomaram a partida. A curiosidade agora ficava por conta de duas galinhas, que assistiam ao jogo da beira do gramado, em posição privilegiada. E Luxa, também vendo tudo de perto, percebeu que Marcão era o alvo dos corintianos, principalmente de Jorge Henrique, e inverteu a posição do zagueiro, que passou para o meio. Danilo foi para a esquerda.
Os dois times, recheados de jogadores de defesa e postados com muita cautela, seguiam tendo dificuldades para criar e concluir as jogadas. Apenas esperavam. Keirrison voltava a ficar isolado. Aos 35, Jorge Henrique descolou um lançamento para Douglas, mas foi muito forte e o jogador não conseguiu arrematar. Aos 42, em um cruzamento na área, Sandro Silva agarrou Chicão por trás, e este revidou com uma cotovelada. O árbitro não viu o lance violento. E Marcão, que já havia recebido o cartão, também não deixou de ser duro em vários momentos. Mano reclamava da paciência da arbitragem com o jogador palmeirense.
Felipe falha, e Verdão aproveita. Ronaldo entra e muda a história O calor deu uma trégua. Nuvens apareceram, o sol se foi, e passou a ventar forte. Os times voltaram sem modificações, e Ronaldo seguiu no banco. E o jogo, que havia sido extremamente fechado e sem riscos no primeiro tempo, mudou logo aos três minutos. Keirrison, de costas, lançou a bola para o ataque. Felipe saiu errado, pulou, não achou nada e deixou Diego Souza receber livre. Ele ainda driblou o camisa 1 e chutou certeiro para a rede. Desespero de Felipe e festa palmeirense (assista ao vídeo).
O Timão tentou responder com uma jogada rápida pela direita, que terminou em uma bomba de Jorge Henrique. Mas Bruno não cometeu o erro de Felipe e espalmou com propriedade. O gol sofrido fez com que o Alvinegro saísse mais para o jogo e tentasse pressionar o Verdão. Este, por sua vez, aproveitava os contra-ataques.
Mano tirou Souza, que ficava mais fixo, e tentou dar movimentação ao time com a entrada de Dentinho. Ainda não era a vez de Ronaldo. Enquanto isso, Felipe tentava se redimir. Aos 14, fez uma defesa importante após um chute de Keirrison. Do outro lado, Elias soltou uma bomba que assustou Bruno.
Marcos Ribolli/GLOBOESPORTE.COM
Ronaldo entra para decidir o jogo
Aos 15, Ronaldo levantou-se para entrar em campo. A torcida enlouqueceu. Escudero saiu exatamente aos 19 minutos para a entrada do Fenômeno. O Palmeiras também mudou: saiu Diego Souza e entrou Willians, para puxar os contra-ataques. Mano também queimou a última alteração com Alessandro no lugar de Fabinho. Luxa respondeu com Jumar na vaga de Sandro Silva, para aumentar a marcação.
No primeiro lance, Ronaldo não alcançou a bola na área. No segundo, deu um drible em Pierre e uma arrancada discreta. A cada movimentação do camisa 9, a torcida vibrava. Mas o que o Corinthians precisava era do gol de empate. Elias tentou descer pela direita, mas o campo acabou.
Aos 25, Ronaldo sofreu uma falta perto da área, mas o árbitro não marcou. No contra-ataque, Willians bateu pela direita e obrigou Felipe a espalmar o chute. Aos 28, Cleiton Xavier também atormentou o camisa 1, em um cobrança de falta que Felipe tirou com a ponta dos dedos. Aos 32, mais pressão palmeirense: Armero arrancou e tocou para Keirrison, que concluiu para fora.
Aos 33, o estádio se levantou: Ronaldo se livrou da marcação do Jumar e arriscou um chute forte. A bola bateu na quina do poste esquerdo de Bruno e levou a torcida ao delírio (assista ao vídeo). Os palmeirenses se calaram. Aos 39, Dentinho sofreu uma falta na entrada da área, e o Verdão reclamou muito. Mas André Santos cobrou por cima do gol.
Ronaldo também apareceu bem aos 42, quando driblou Maurício Ramos, foi à linha de fundo, pela esquerda, e cruzou para Dentinho cabecear. Bruno espalmou e salvou o Verdão.
Ronaldo sabia que ia mudar a história? Parecia estar escrito. Aos 47, Douglas cobrou escanteio e o atacante subiu para cabecear e fazer o gol de empate do Timão. O camisa 9 se desesperou, correu, subiu no alambrado e comemorou com a torcida. Recebeu cartão amarelo, mas nem se importou: se emocionou demais! O alambrado caiu e a Polícia precisou conter a torcida, enlouquecida.
Ficha técnica:
PALMEIRAS 1 x 1 CORINTHIANS
Bruno; Maurício Ramos, Danilo e Marcão; Fabinho Capixaba, Pierre, Sandro Silva (Jumar), Cleiton Xavier, Diego Souza (Willians) e Armero; Keirrison (Marquinhos).
Felipe; Chicão, William e Escudero (Ronaldo); Fabinho (Alessandro), Cristian, Elias, Douglas e André Santos; Jorge Henrique e Souza (Dentinho).
Técnico: V. Luxemburgo.
Técnico: Mano Menezes.
Gols: Diego Souza, aos três minutos do segundo tempo; Ronaldo, aos 47 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Marcão, Keirrison, Maurício Ramos, Fabinho Capixaba, Pierre (Palmeiras); Cristian, Escudero, Ronaldo, Dentinho e Felipe (Corinthians). Cartão vermelho: Fabinho Capixaba.
Estádio: Prudentão. Data: 08/03/2009. Árbitro: Cleber Wellington Abade. Auxiliares: Carlos Augusto Nogueira Junior e Nilson de Souza Monção.
Renda e público: R$ 1.348.390,00/44.479 pagantes
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