domingo, 24 de outubro de 2010

VAMOS VER A POLITICA DE HOJE

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Ola amigos, tudo bom, estou escrevendo no meu blog para fazer uma analise da politica de hoje em nosso país.

Tenho certeza que você deve estar acompanhando as idas e vindas dos candidatos a presidencia e seus devidos discurso.

Como vemos existe um paradigma aqui, existe o candidato A criado por um antigo presidente, e uma candidita B criada pelo o atual presidente.

Vejamos os fatos, cada um fala mal um do outro, mostra obras e objetivos feitos, mas o que o povo quer saber dos planos de governo se serão realizados ou não.

A população esta de certa maneira cansada da politica como esta feita, mas lembrando que nossa população ainda vive no periodo da ditadura militar, onde não esta nem ai com a politica e com os acontecimentos de escandalos cabeludos noticiados todos os dias.

Então dia 31 de outubro pense bem ou você vota no presidente ou na presidentelula-e-fhc

Voto das mulheres ainda é calcanhar de aquiles para Dilma

UIRÁ MACHADO
DANIELA LIMA
DE SÃO PAULO

Assim como aconteceu com Lula nas cinco eleições presidenciais que disputou, as mulheres são o calcanhar de aquiles de Dilma Rousseff.

De acordo com cálculo do demógrafo José Eustáquio Diniz Alves, da Escola Nacional de Ciências Estatísticas, do IBGE, a candidata do PT teria sido eleita no primeiro turno não fosse o "gap" de gênero --a diferença de votos entre homens e mulheres.

Com base em 45 pesquisas eleitorais realizadas neste ano por Datafolha, Ibope, Vox Populi e Sensus, Alves acompanhou a diferença de intenção de voto entre o eleitorado masculino e o feminino ao longo da disputa.

De acordo com ele, a média das quatro últimas pesquisas realizadas antes do primeiro turno davam a Dilma 51% entre os homens e 43% entre as mulheres.

A diferença de oito pontos percentuais, diz o demógrafo, representou cerca de 4,2 milhões de votos.

Como Dilma teve 47,6 milhões de votos e precisava de pelo menos 50,85 milhões para ser eleita (considerando o mesmo universo de 101,6 milhões de votos válidos), "pode-se afirmar que foram as mulheres que jogaram as eleições para o segundo turno", diz Alves.

Apesar dos esforços da campanha, que direcionou ações específicas para seduzir o público feminino, o "gap" de gênero que valeu no primeiro turno permaneceu após o dia 3 de outubro.

Segundo a mais recente pesquisa Datafolha (dia 21), Dilma tem 55% de intenção de voto entre os homens e 45% entre as mulheres.

A diferença, de dez pontos percentuais, é maior --em termos proporcionais e absolutos-- que entre os eleitores de José Serra (PSDB). O tucano tem 38% entre as homens e 41% entre as mulheres.

ESTRATÉGIA

Para Alves, tudo leva a crer que, se Dilma ganhar, "será uma vitória liderada pelos homens", e, se Serra vencer, "liderada pelas mulheres". Trata-se de uma "guerra invertida entre os sexos".

O PT conhece de longa data a resistência do eleitorado feminino. Coordenadores da campanha de Dilma ouvidos pela Folha avaliam que está nas mulheres adultas, principalmente acima de 40 anos, o maior desafio da candidata neste segundo turno.

Segundo eles, essas eleitoras têm uma resistência maior a mudanças.

E, mesmo com o discurso de que Dilma representaria a "continuidade" do governo Lula, o simples fato de ser ela a primeira candidata à Presidência no país representaria um risco.

Por isso, na tentativa de formular um discurso para atrair o voto feminino, desde o início da campanha o partido exaltou características próprias do universo das mulheres, como o fato de Dilma ser "mãe" e, mais recentemente, "avó" --algo que desagradou a feministas.

Ainda focada nessa fatia do eleitorado, a campanha adotou como bordão a tese de que ela cuidará do povo com amor maternal. A estratégia será repetida à exaustão até o fim da campanha.

É que, na avaliação do PT, esse estrato do eleitorado --mulheres acima dos 40 anos que não declaram voto na petista-- será o último a decidir por um dos dois candidatos. E são os indecisos o grupo que pode alterar o rumo da eleição.

Para Alves, do IBGE, a estratégia da campanha petista deu certo na pretensão de associar a Lula o voto em Dilma. No entanto, diz ele, o preço foi a perda da autonomia feminina da candidata. A maioria vota nela não porque ela é mulher, mas "porque é a sucessora indicada pelo popular presidente".

Ele considera "simplistas" explicações como as de que mulheres são mais conservadoras ou a de "mulher vota em mulher": "o gênero opera no campo da cultura, e não no terreno da natureza".

Serra admite preocupação com ausência de eleitores em feriado

23/10/2010 14h50 - Atualizado em 23/10/2010 15h22

Durante evento em Araraquara (SP), ele pediu que eleitor adie viagem.
‘Perca um feriado e ganhe um feliz ano novo’, brincou o tucano.

Luciana Bonadio Do G1, em Araraquara

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José SerraGovernador eleito de SP Geraldo Alckmin e o
candidato à Presidência da República, José Serra,
neste sábado (23) em Araraquara.
(Foto: Luciana Bonadio)

O candidato do PSDB à Presidência, José Serra (PSDB), admitiu neste sábado (23) preocupação com a viagem dos eleitores no feriado prolongado e convocou a militância para convencer as pessoas a viajarem apenas após o voto. “Perca um feriado e ganhe um feliz ano novo”, brincou ele urante um discurso em um clube de Araraquara, no interior de São Paulo. Serra esteve na cidade acompanhado do governador eleito de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), do senador eleito Aloysio Nunes (PSDB), e do governador Alberto Goldman (PSDB).“É muito importante as pessoas se darem conta da importância que tem essa eleição para o futuro do Brasil e adiarem um pouquinho a curtição do feriado. Em vez de viajar na sexta, viajem no domingo de manhã, depois de votar”, pediu o candidato do PSDB. Durante os discursos, Serra e outros tucanos falaram sobre pesquisas eleitorais e citaram exemplos em que elas não refletiram com precisão o resultado das urnas.
Serra voltou a citar a agressão que sofreu durante um evento no Rio de Janeiro e disse não ser a primeira vez que vive momentos de tensão durante a campanha. “É um episódio a mais, porque episódios de violência têm ocorrido vários. O pior na questão do Rio de Janeiro foi a organização, porque estávamos fazendo uma passeata na rua e eles estavam organizados aguardando para não deixar passar. Isso que gera violência”, afirmou.
Pouco depois do governador eleito Geraldo Alckmin discursar, um jovem subiu ao palco e começou a gritar. Ele foi retirado por seguranças e disse que estava protestando porque “não recebia aumento salarial desde 1994”. O jovem se identificou como Nathan, de 21 anos, e afirmou trabalhar como secretário de uma escola estadual. Ele disse que um processo de promoção por mérito criado para os professores não beneficia outros funcionários. Alckmin minimizou o episódio. “Somos favoráveis à liberdade absoluta. Eu nem vi, mas não vejo nenhum problema [no protesto]”, disse. Serra criticou o fato. “Imagine entrar um petista no meio de uma reunião para agitar. É à procura de encrenca.”
Em relação a propostas de governo, Serra citou três projetos para a área social: elevar o salário mínimo a R$ 600, reajustar as aposentadorias em 10% e instituir o 13º pagamento do Bolsa-Família. O candidato afirmou que é possível compatibilizar esses aumentos com o Orçamento. “Isso é factível do ponto de vista orçamentário. Nós estudamos e tomamos a decisão desse anúncio com responsabilidade”, disse.
Críticas
Serra disse durante o discurso que teme que os escândalos se banalizem. “Os escândalos agora já são dois ou três por dia. É realmente incrível”, afirmou, em relação a seus opositores nas urnas. Ele disse que ainda não havia lido denúncias publicadas neste fim de semana pela revista “Veja”. “Não me surpreenderia, mas eu ainda não vi a matéria, por isso prefiro não comentar, mas o uso da máquina do governo para atacar adversários com espionagem é comum, habitual neste governo”, afirmou.

Segundo reportagem publicada pela revista "Veja", o secretário nacional de Segurança Pública, Pedro Abramovay, teria reclamado de supostos pedidos para a produção de dossiês feitos pelo chefe de gabinete da Presidência, Gilberto Carvalho, e pela candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, quando ela ainda era ministra-chefe da Casa Civil.

De acordo com a reportagem, em uma conversa gravada com o ex-secretário nacional de Justiça Romeu Tuma Jr., Abramovay teria dito a seguinte frase: "Não aguento mais receber pedidos da Dilma e do Gilberto Carvalho pra fazer dossiês (...) eu quase fui preso como um dos aloprados". A revista não informou quem fez as gravações, mas afirma que os registros foram "gravados legalmente e periciados".

Por meio da assessoria de imprensa do Palácio do Planalto, Gilberto Carvalho afirmou que "jamais pediu qualquer coisa ao senhor Pedro Abramovay". Dilma Rousseff também negou que tenha pedido a elaboração de dossiês.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Aécio: "Querem meu peso eleitoral, não político"


DA REUTERS

Aécio Neves rebateu uma a uma as alegações de que não se engaja na campanha do aliado José Serra em Minas Gerais. Reagiu às críticas veladas, mas frisou que o presidenciável tucano nada tem a ver com as maledicências.

Candidato ao Senado pelo PSDB, ele é um popular cabo eleitoral no Estado, patrimônio longe do desprezível nesta sucessão polarizada. Minas é o segundo maior colégio do país e, possivelmente, o fiel da balança desta eleição.

"Eles querem minha força eleitoral e não querem minha força política", ponderou o ex-governador.

"Algumas pessoas têm preocupação de perder a hegemonia do partido", alfinetou, sem nomear os "preocupados" nem explicar se essa hegemonia seria a de São Paulo.

"Na cabeça de alguns analistas, se o Serra ganhar, ganha apesar de Aécio. Se perder, perde por causa de Aécio", acrescentou, falando na terceira pessoa e reproduzindo a versão já feita algumas vezes por membros do PSDB fora de Minas.

A intenção de ser ele o candidato do partido ao Planalto no ano passado alimentou a avaliação de que não gastaria verbo nem sola de sapato pelo colega. Contra essa tese, Aécio apresenta contas.

"A base de apoio ao Serra é mais ampla em Minas que em São Paulo. O PP, que é muito forte no Estado, não está com ele lá e está aqui", rebate. "O PSB, PDT e PR, coligados a Dilma Rousseff (candidata do PT) no âmbito federal, eu consegui, num esforço enorme, trazer para nossa campanha e isso beneficia o Serra."

Foi por sugestão do mineiro que Serra intensificou sua agenda no Estado. Passa por lá ao menos uma vez por semana. Também por conselho do aliado, o comando nacional decidiu montar um comitê exclusivo para o presidenciável em Minas.

O objetivo é conferir mais densidade e energia cinética à campanha, inclusive para resolver problemas operacionais como a distribuição de material na quantidade que o desafio local exige. A ausência de adesivos e santinhos com a imagem de José Serra já foi apontada como evidência de problema.

"Falam do material de campanha. Eu não cuido deles, não controlo quando chegam nem se são entregues de maneira casada. O que eu posso garantir é que não há nenhum outro lugar tão engajado na campanha do Serra como Minas."

Nesta manhã, o ex-governador concedeu entrevista a uma rádio local e enfatizou o projeto conjunto para eleger o tucano presidente. Citou o nome do aliado apenas uma vez menos que o do seu afilhado político, Antonio Anastasia, a quem tenta reconduzir ao Palácio da Liberdade.

Para ele, o desenho da atual corrida presidencial aponta para uma definição apenas no segundo turno e o desempenho estadual é decisivo para o resultado nacional.

"A vitória do Anastasia é fundamental para a vitória do Serra", afirmou. "Temos que trabalhar para Serra chegar no segundo turno e que nossos candidatos vençam em São Paulo e aqui no primeiro turno. São Paulo e Minas vão fazer a diferença", explicou.

A frase expõe um cálculo: o sucesso de José Serra em outubro depende fortemente do desempenho de Anastasia e Geraldo Alckmin. O segundo é o favorito das sondagens. O primeiro, vice de Aécio e atual governador do Estado, está bem atrás, mas tende a crescer à medida que aumentar sua associação com o padrinho.

"Com essas duas vitórias, teremos uma convergência muito grande em torno desses governos e em torno da candidatura Serra. Atrairemos mais apoios. Por isso, a vitória nesses dois colégios é vital."

O último levantamento do Ibope realizado no Estado indicou Dilma com vantagem de 12 pontos percentuais sobre Serra.

"Não é bom pra ninguém que ela vença as eleições

No 'JN', Serra diz que presidente não pode governar na garupa


11/08/2010 - 20h52

O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, aproveitou para entrevista no "Jornal Nacional", da Rede Globo, para alfinetar a adversária petista Dilma Rousseff ao dizer que o presidente não pode governar na garupa. Segundo ele, Lula não é mais candidato.

"As pessoas estão preocupadas com o futuro. Quem tem mais condições de tocar o Brasil para frente", disse o tucano, na noite desta quarta-feira na entrevista com pouco mais de 12 minutos na bancada do jornal, com Willian Bonner e Fátima Bernardes.

Questionado sobre a aliança com o PTB, legenda envolvida no mensalão, Serra afirmou que os partidos são heterogêneos.

Ele lembrou que o partido em São Paulo sempre esteve com o PSDB. "Os personagens principais do mensalão nem foram do PTB, mas do PT', disse.

O candidato também não quis fazer uma avaliação sobre o ex-deputado Roberto Jefferson, que denunciou o mensalão. "O Roberto Jefferson, presidente do PTB, não é candidato. Eu não fico julgando e não tenho compromisso com nenhum erro."

Jefferson já repercutiu a entrevista no Twitter. "William Bonner e Fátima Bernardes facilitaram para o meu candidato. Foram mais amenos com ele."

VICE

Serra disse que o seu vice, deputado Indio da Costa (DEM), não foi escolhido no último minuto e que ele já figurava na lista dos cotados. Ele também negou que o deputado é inexperiente.

"Se você for pegar outros vices, do ponto de vista da experiência pública, cada um tem as suas limitações. Meu vice é adequado e me sinto bem". Segundo ele, sua experiência na vida pública foi marcada pela Ficha Limpa.

Sobre a questão dos pedágios em São Paulo, Serra citou pesquisa da CNT (Confederação Nacional dos Transportes), na qual 71% dos usuários afirmaram que acham as rodovias paulistas as melhores.

Ele voltou a dizer que as rodovias federais são "estradas da morte" e acusou o governo de não aplicar todo o dinheiro do Cide, conhecido como o "imposto dos combustíveis", no setor.

"A primeira coisa que vou fazer é utilizar esses recursos para as estradas", disse.

Nos agradecimentos, Serra lembrou sua "origem modesta" e disse que deve aos pais estar no "Jornal Nacional", pela segunda vez, falando como candidato

Na terça-feira, a entrevista pelo telejornal foi com Dilma Rousseff e, ontem, com Marina Silva (PV). O candidato do PSOL, Plínio de Arruda Sampaio, também será entrevistado por 3 minutos.

Esses são meus candidatos