Em 2009 tivemos 130 publicações e espero que em 2010 superemos essas expectativas
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domingo, 27 de dezembro de 2009
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Diferença entre Serra e Dilma é de 14 pontos
Faltando dez meses para as eleições de 2010, José Serra (PSDB) lidera a corrida para a sucessão do presidente Lula, em dois cenários testados com seu nome e apresentados aos brasileiros. É o que revela pesquisa realizada pelo Datafolha entre os dias 14 e 18 de dezembro de 2009, com 11.429 pessoas de 16 anos ou mais.
A margem de erro máxima, para o total da amostra, é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.Vale notar que dois dos quatro cenários estimulados junto aos entrevistados contemplavam o nome do governador de Minas Gerais, Aécio Neves, que anunciou oficialmente a desistência em disputar o cargo em 17 de dezembro, durante a realização da pesquisa.
No primeiro cenário investigado pelo Datafolha, Serra vence Dilma por 37% contra 23% da ministra, enquanto o deputado federal Ciro Gomes alcança 13% das menções, e a ex-ministra do Meio-Ambiente Marina Silva, 8%. Nesse cenário, 9% afirmam intenção de votar em branco ou anular, e 10% estão indecisos.
Diante dessa hipótese, Serra obtém suas maiores taxas no Sudeste (41%), no interior (38%, ante 34% dos municípios metropolitanos, incluindo as capitais), no Estado de São Paulo (47%), entre os mais jovens e entre os brasileiros com renda familiar entre cinco e 10 salários mínimos (41% em cada segmento).
Além disso, o atual governador paulista alcança 67% das menções entre os simpatizantes de seu partido e 63% entre os que simpatizam com o DEM.Dilma destaca-se no Nordeste (31%), entre os homens (27%, ante 20% entre as mulheres), entre os mais escolarizados (29%) e entre os mais ricos (30%) e chega a 44% entre os simpatizantes de seu partido, o PT. Ciro Gomes, por sua vez, se destaca entre os correligionários do PSB (28%) e, principalmente, entre os conterrâneos do Ceará (46%).Serra também vence Dilma no segundo cenário testado, com 40% ante 26% da pré-candidata, em situação que contempla, ainda, o nome de Marina Silva, que tem 11% e não inclui o de Ciro Gomes. Nesse caso, 11% revelam-se indecisos, mesmo percentual dos que declaram voto nulo ou branco.Em ambos os cenários, Serra mantém a média nas regiões Sudeste, Sul e Norte/Centro-Oeste, e fica abaixo no Nordeste, região em que Dilma se destaca.
No terceiro cenário, com Aécio Neves pelo PSDB, a ministra da Casa Civil vence com 26%, cinco pontos percentuais à frente do segundo colocado, Ciro Gomes, que obtém 21%. O governador de Minas Gerais, que desistiu da disputa, tem 16% de menções e Marina Silva (PV) atinge 11%. O percentual dos que afirmam intenção em anular ou votar em branco, bem como os que se mostram indecisos é o mesmo, 13%.No quarto cenário, incluído o nome de Aécio e excluído o de Ciro, Dilma Rousseff vence com 31%, seguida pelo governador de Minas, que obteve 19%, empatado com Marina Silva, com 16%. Diante dessa hipótese 18% dizem-se dispostos a votar em branco ou anular o voto, e 16% não sabem dizer como votariam.
Inquiridos sobre a intenção de voto para presidente sem a apresentação de nomes de candidatos, 47% dos eleitores brasileiros não sabem indicar espontaneamente um nome para suceder o presidente Lula, que é mencionado por 20%, mesmo não podendo mais concorrer ao cargo. Em maio, Lula obteve 27% de lembrança espontânea. A diferença pode indicar um maior conhecimento, por parte da população, de que ele não é mais elegível.Além de Lula, os mais citados são José Serra e Dilma Rousseff, ambos com 8%, e que tiveram na pesquisa de agosto 5% e 4%, respectivamente. O percentual de menções espontâneas à ministra dobrou em quatro meses. Aécio, que desistiu, foi lembrado por 3%, taxa idêntica aos que mencionam “candidato do Lula”. Já Ciro Gomes, Marina Silva e Geraldo Alckmin obtêm 1%, cada.
Também há 1% de referência a “candidato do PT/ PT” e pretensão de votar em branco ou nulo, 5%.O Datafolha testou ainda, cinco cenários para o segundo turno da eleição para presidente, sendo que em dois deles constava o nome de Aécio Neves. No primeiro cenário, em que disputariam a ministra da Casa Civil e o atual governador de São Paulo, Serra aparece com vantagem de 49% ante 34% dela. Nesta situação, 9% afirmam que votariam em branco ou anulariam o voto, e 8% não sabem dizer como votariam.Em um segundo cenário, Serra obtém 51% contra 28% de Ciro Gomes, além de 12% que dizem que votariam branco ou nulo e 9% que não souberam posicionar-se.
Já, em eventual disputa entre Dilma e Ciro no segundo turno, a ministra obteria 40%, ante 35% do deputado federal, com 15% de votos brancos e nulos e 10% de indecisos. Nas duas outras situações de segundo turno testadas, Aécio perderia tanto para Dilma (esta teria 44% contra 28% do governador mineiro) quanto para Ciro (que apresenta 42%, ante 28% de Aécio). No primeiro cenário, votos brancos e nulos somam 17%, e sem voto decidido, 11%.
No segundo, 18% votariam em branco ou anulariam, e 12% não sabem como votar.Serra e Dilma empatam em rejeiçãoA rejeição aos nomes de possíveis candidatos a presidente em 2010 revela empate técnico: 21% dos entrevistados afirmam que não votariam de jeito nenhum em Dilma Rousseff, taxa que é de 19% em relação a Serra, de 18% em relação a Ciro Gomes, e atinge 17% em relação a Marina Silva (e também a Aécio Neves). Afirmam que poderia votar em qualquer um, sem rejeitar nomes 12%, enquanto 3% rejeitam todos e não votariam em nenhum, e 16% não sabem dizer se rejeitam algum candidato.A rejeição ao nome da ministra fica acima da média entre os eleitores do Sudeste (28% não votariam nela de jeito nenhum), bem como entre os eleitores do Estado de São Paulo (29%) e de Minas Gerais (28%). A rejeição a Dilma também se destaca entre os que têm renda familiar acima de cinco salários mínimos (31%, em média) e entre os mais escolarizados (32%), além de alcançar metade dos simpatizantes do PSDB (50%).
Já, Serra tem maiores taxas de rejeição no Estado do Rio de Janeiro e do Ceará (23%, em cada), além do Distrito Federal (27%), entre os mais escolarizados e entre os que declaram renda acima de dez salários mínimos (29% de cada segmento), e de 33% entre os simpatizantes do PT e 37% entre os que preferem o PSB.José Serra é o nome mais conhecido entre os possíveis candidatos à sucessão de Lula (93%), taxa equivalente à observada em pesquisa de maio deste ano (95%). Entre os que conhecem ou já ouviram falar do governador de São Paulo, dizem conhecê-lo bem 30%, mesmo percentual dos que afirmam conhecê-lo um pouco, enquanto 33% dizem que só de ouvir falar. A parcela dos que não conhecem Serra é de 7%. A taxa de conhecimento sobre Serra fica abaixo da média entre os moradores do Nordeste (88%), mesma taxa observada entre os mais velhos, e é de 83% entre os que simpatizam com o DEM.
Questionados sobre o cargo de Serra, 41% sabem que ele é o atual governador de São Paulo, mas 52% não (12% dão outras respostas e 41% admitem não saber qual o cargo ocupado por ele).Ciro Gomes é o segundo mais conhecido dos brasileiros (89%). Dizem conhecer bem o deputado 12%, conhecê-lo um pouco 32%, e só de ouvir falar, 44%. Não o conhecem 11%. Sabem que Ciro Gomes é deputado federal 14% dos entrevistados que afirmam conhecê-lo, 6% citam o cargo de ministro, 10% dão respostas incorretas e 59% admitem não saber que cargo ele ocupa.Já a ministra Dilma Rousseff é conhecida por 80% dos brasileiros, sendo muito bem conhecida por 13%, um pouco conhecida por 26% e conhecida só de ouvir falar por 41%; 20% não a conhecem. Sabem que Dilma é uma ministra 34%, enquanto 6% referem-se a outros cargos, e 40% não sabem.Metade (51%) também conhece Marina Silva: 6% dizem conhecê-la muito bem, 16% um pouco e 29% só de ouvir falar. Não a conhecem 49%. Questionados sobre o cargo atual ou o cargo ocupado recentemente pela pré-candidata, 8% citaram ministra, bem como senadora, 3% fizeram outras menções e 32% admitiram não saber. Não conhecem Marina, nem de ouvir falar, 49%. Aécio Neves, pré-candidato desistente da disputa é conhecido por 73%, sendo que 29% sabem que ele é o governador de Minas Gerais.
São Paulo, 18 de dezembro de 2009.
A margem de erro máxima, para o total da amostra, é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.Vale notar que dois dos quatro cenários estimulados junto aos entrevistados contemplavam o nome do governador de Minas Gerais, Aécio Neves, que anunciou oficialmente a desistência em disputar o cargo em 17 de dezembro, durante a realização da pesquisa.
No primeiro cenário investigado pelo Datafolha, Serra vence Dilma por 37% contra 23% da ministra, enquanto o deputado federal Ciro Gomes alcança 13% das menções, e a ex-ministra do Meio-Ambiente Marina Silva, 8%. Nesse cenário, 9% afirmam intenção de votar em branco ou anular, e 10% estão indecisos.
Diante dessa hipótese, Serra obtém suas maiores taxas no Sudeste (41%), no interior (38%, ante 34% dos municípios metropolitanos, incluindo as capitais), no Estado de São Paulo (47%), entre os mais jovens e entre os brasileiros com renda familiar entre cinco e 10 salários mínimos (41% em cada segmento).
Além disso, o atual governador paulista alcança 67% das menções entre os simpatizantes de seu partido e 63% entre os que simpatizam com o DEM.Dilma destaca-se no Nordeste (31%), entre os homens (27%, ante 20% entre as mulheres), entre os mais escolarizados (29%) e entre os mais ricos (30%) e chega a 44% entre os simpatizantes de seu partido, o PT. Ciro Gomes, por sua vez, se destaca entre os correligionários do PSB (28%) e, principalmente, entre os conterrâneos do Ceará (46%).Serra também vence Dilma no segundo cenário testado, com 40% ante 26% da pré-candidata, em situação que contempla, ainda, o nome de Marina Silva, que tem 11% e não inclui o de Ciro Gomes. Nesse caso, 11% revelam-se indecisos, mesmo percentual dos que declaram voto nulo ou branco.Em ambos os cenários, Serra mantém a média nas regiões Sudeste, Sul e Norte/Centro-Oeste, e fica abaixo no Nordeste, região em que Dilma se destaca.
No terceiro cenário, com Aécio Neves pelo PSDB, a ministra da Casa Civil vence com 26%, cinco pontos percentuais à frente do segundo colocado, Ciro Gomes, que obtém 21%. O governador de Minas Gerais, que desistiu da disputa, tem 16% de menções e Marina Silva (PV) atinge 11%. O percentual dos que afirmam intenção em anular ou votar em branco, bem como os que se mostram indecisos é o mesmo, 13%.No quarto cenário, incluído o nome de Aécio e excluído o de Ciro, Dilma Rousseff vence com 31%, seguida pelo governador de Minas, que obteve 19%, empatado com Marina Silva, com 16%. Diante dessa hipótese 18% dizem-se dispostos a votar em branco ou anular o voto, e 16% não sabem dizer como votariam.
Inquiridos sobre a intenção de voto para presidente sem a apresentação de nomes de candidatos, 47% dos eleitores brasileiros não sabem indicar espontaneamente um nome para suceder o presidente Lula, que é mencionado por 20%, mesmo não podendo mais concorrer ao cargo. Em maio, Lula obteve 27% de lembrança espontânea. A diferença pode indicar um maior conhecimento, por parte da população, de que ele não é mais elegível.Além de Lula, os mais citados são José Serra e Dilma Rousseff, ambos com 8%, e que tiveram na pesquisa de agosto 5% e 4%, respectivamente. O percentual de menções espontâneas à ministra dobrou em quatro meses. Aécio, que desistiu, foi lembrado por 3%, taxa idêntica aos que mencionam “candidato do Lula”. Já Ciro Gomes, Marina Silva e Geraldo Alckmin obtêm 1%, cada.
Também há 1% de referência a “candidato do PT/ PT” e pretensão de votar em branco ou nulo, 5%.O Datafolha testou ainda, cinco cenários para o segundo turno da eleição para presidente, sendo que em dois deles constava o nome de Aécio Neves. No primeiro cenário, em que disputariam a ministra da Casa Civil e o atual governador de São Paulo, Serra aparece com vantagem de 49% ante 34% dela. Nesta situação, 9% afirmam que votariam em branco ou anulariam o voto, e 8% não sabem dizer como votariam.Em um segundo cenário, Serra obtém 51% contra 28% de Ciro Gomes, além de 12% que dizem que votariam branco ou nulo e 9% que não souberam posicionar-se.
Já, em eventual disputa entre Dilma e Ciro no segundo turno, a ministra obteria 40%, ante 35% do deputado federal, com 15% de votos brancos e nulos e 10% de indecisos. Nas duas outras situações de segundo turno testadas, Aécio perderia tanto para Dilma (esta teria 44% contra 28% do governador mineiro) quanto para Ciro (que apresenta 42%, ante 28% de Aécio). No primeiro cenário, votos brancos e nulos somam 17%, e sem voto decidido, 11%.
No segundo, 18% votariam em branco ou anulariam, e 12% não sabem como votar.Serra e Dilma empatam em rejeiçãoA rejeição aos nomes de possíveis candidatos a presidente em 2010 revela empate técnico: 21% dos entrevistados afirmam que não votariam de jeito nenhum em Dilma Rousseff, taxa que é de 19% em relação a Serra, de 18% em relação a Ciro Gomes, e atinge 17% em relação a Marina Silva (e também a Aécio Neves). Afirmam que poderia votar em qualquer um, sem rejeitar nomes 12%, enquanto 3% rejeitam todos e não votariam em nenhum, e 16% não sabem dizer se rejeitam algum candidato.A rejeição ao nome da ministra fica acima da média entre os eleitores do Sudeste (28% não votariam nela de jeito nenhum), bem como entre os eleitores do Estado de São Paulo (29%) e de Minas Gerais (28%). A rejeição a Dilma também se destaca entre os que têm renda familiar acima de cinco salários mínimos (31%, em média) e entre os mais escolarizados (32%), além de alcançar metade dos simpatizantes do PSDB (50%).
Já, Serra tem maiores taxas de rejeição no Estado do Rio de Janeiro e do Ceará (23%, em cada), além do Distrito Federal (27%), entre os mais escolarizados e entre os que declaram renda acima de dez salários mínimos (29% de cada segmento), e de 33% entre os simpatizantes do PT e 37% entre os que preferem o PSB.José Serra é o nome mais conhecido entre os possíveis candidatos à sucessão de Lula (93%), taxa equivalente à observada em pesquisa de maio deste ano (95%). Entre os que conhecem ou já ouviram falar do governador de São Paulo, dizem conhecê-lo bem 30%, mesmo percentual dos que afirmam conhecê-lo um pouco, enquanto 33% dizem que só de ouvir falar. A parcela dos que não conhecem Serra é de 7%. A taxa de conhecimento sobre Serra fica abaixo da média entre os moradores do Nordeste (88%), mesma taxa observada entre os mais velhos, e é de 83% entre os que simpatizam com o DEM.
Questionados sobre o cargo de Serra, 41% sabem que ele é o atual governador de São Paulo, mas 52% não (12% dão outras respostas e 41% admitem não saber qual o cargo ocupado por ele).Ciro Gomes é o segundo mais conhecido dos brasileiros (89%). Dizem conhecer bem o deputado 12%, conhecê-lo um pouco 32%, e só de ouvir falar, 44%. Não o conhecem 11%. Sabem que Ciro Gomes é deputado federal 14% dos entrevistados que afirmam conhecê-lo, 6% citam o cargo de ministro, 10% dão respostas incorretas e 59% admitem não saber que cargo ele ocupa.Já a ministra Dilma Rousseff é conhecida por 80% dos brasileiros, sendo muito bem conhecida por 13%, um pouco conhecida por 26% e conhecida só de ouvir falar por 41%; 20% não a conhecem. Sabem que Dilma é uma ministra 34%, enquanto 6% referem-se a outros cargos, e 40% não sabem.Metade (51%) também conhece Marina Silva: 6% dizem conhecê-la muito bem, 16% um pouco e 29% só de ouvir falar. Não a conhecem 49%. Questionados sobre o cargo atual ou o cargo ocupado recentemente pela pré-candidata, 8% citaram ministra, bem como senadora, 3% fizeram outras menções e 32% admitiram não saber. Não conhecem Marina, nem de ouvir falar, 49%. Aécio Neves, pré-candidato desistente da disputa é conhecido por 73%, sendo que 29% sabem que ele é o governador de Minas Gerais.
São Paulo, 18 de dezembro de 2009.
Tucanos largam com vantagem na disputa pelo governo de SP
Eleições2010 - 21/12/2009
Se a eleição fosse agora, tanto Alckmin quanto Serra poderiam vencer no 1º turnoEm todos os cenários apresentados pelo Datafolha em pesquisa feita entre os dias 14 e 18 de dezembro no estado de São Paulo, para verificar a intenção de voto da população para as eleições de governador em 2010, o diagnóstico é o mesmo: o PSDB, com Alckmin ou Serra, abre o período eleitoral com larga vantagem sobre seus adversários.
O levantamento, que ouviu 2050 paulistas, mostra que aproximadamente metade dos entrevistados opta pelos tucanos José Serra ou Geraldo Alckmin nas situações em que seus nomes são apresentados como prováveis candidatos do PSDB à eleição de governador.
No primeiro cenário, que traz Ciro Gomes (PSB) como possível candidato de oposição, Alckmin obtém 50% das intenções de voto contra 14% do peessebista. Paulo Maluf (PP) vem em seguida com 10%, Soninha, do PPS, aparece com 7% e Ivan Valente (PSOL) fica com 2%. Nessa hipótese, 12% votariam em branco ou anulariam o voto e 5% não souberam opinar. Substituindo-se Maluf por Russomano, pelo PP, a situação não se altera.
Alckmin fica com 51%, Ciro aparece com 16%, Soninha tem 8% e Ivan Valente 2%. A única mudança é a queda na intenção de voto do PP – Russomano fica com 6%. Ao se descartar Ciro Gomes, incluindo-se Marta Suplicy pelo PT e Paulo Skaf, pelo PSB, Alckmin mantém 50% de intenção de voto. A ex-prefeita chega a 14% e Paulo Maluf fica com 8%. Soninha obtém 7%, Ivan Valente 2% e Skaf 1%. A taxa de “sem candidato” praticamente não se altera (17%, somando-se brancos, nulos e os que não sabem em quem votar). Quando se apresenta Antonio Palocci como possível candidato petista, o ex-governador Geraldo Alckmin vai a 54% das intenções de voto. Maluf e Soninha empatam com 10% e 9%, respectivamente. Palocci fica com 4%, Ivan Valente com 2% e Skaf novamente com 1%. A taxa dos que dizem votar em branco ou anular o voto, neste cenário, chega a 14% e a dos que não sabem em quem votar totaliza 6%. Se o atual governador José Serra (PSDB) decidisse candidatar-se à reeleição, apesar de liderar com folga os cenários que trazem o seu nome, seu desempenho não é tão positivo quanto o de Alckmin, na situação em que Marta Suplicy é a candidata do PT. Nesse caso, Serra consegue 44% de apoio contra 19% da petista e 10% de Paulo Maluf. Ivan Valente fica com 3% e Paulo Skaf com 2%. Votariam em branco ou anulariam o voto 16% e 6% não souberam opinar. Na outra hipótese em que se estimula o nome de Serra, sem Marta e sem Maluf no páreo, o tucano chega a 55% das intenções de voto, mas a taxa dos que votariam em branco ou anulariam o voto vai a 23%.
Tanto Alckmin quanto Serra destacam-se mais entre os moradores das cidades do interior do estado. Já Marta tem melhor desempenho entre os que residem na capital. O ex-governador também tem índices superiores à média entre os jovens, enquanto Ciro Gomes vai bem entre os que têm de 45 a 59 anos. Na intenção de voto espontânea, sem a apresentação do cartão com os nomes dos candidatos, a grande maioria dos paulistas (67%) não soube dizer em quem vai votar. Apesar das baixas taxas de lembrança, os nomes mais citados são os de Geraldo Alckmin (7%), José Serra (6%), Marta Suplicy (2%) e Gilberto Kassab (DEM - 2%). Paulo Maluf e Ciro Gomes têm 1% cada. Sobre a influência do atual governador José Serra na corrida estadual, 18% da população de São Paulo diz que o apoio do tucano a um dos candidatos poderia levar o entrevistado a escolhê-lo. A maior parte (39%), no entanto, diz que isso talvez fosse determinante e outros 27% afirmam que isso faria com que eles rejeitassem o tal candidato. Intenção de voto para senador de São Paulo Mercadante se destaca entre candidatos ao senado; Se eleição fosse agora, segunda vaga teria disputa apertadaEntre os moradores do estado de São Paulo, Aloísio Mercadante (PT) tem 32% das intenções de voto para o Senado. Dos nomes apresentados pelo Datafolha para que os paulistas escolhessem dois representantes ao cargo, Mercadante é o que mais se destaca. A taxa dos que pretendem votar em branco ou anular o voto para pelo menos uma das vagas é de 24% e 14% disseram não saber em quem votar.
Quatro outros candidatos alcançam taxas próximas de intenção de voto: Romeu Tuma (PTB) que fica com 27%, Orestes Quércia (PMDB), que obtém 24%, Soninha (PPS) com 22% e Netinho de Paula (PC do B), também com 22%. Gabriel Chalita consegue 7% e Paulo Renato (PSDB) 6%. Mercadante tem 47% entre os simpatizantes do PT e 41% entre os que possuem nível superior de escolaridade.
São Paulo, 18 de dezembro de 2009
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
PSDB articula lançamento de chapa Serra-Aécio à Presidência
GABRIELA GUERREIRO da Folha Online, em Brasília
A decisão do governador Aécio Neves (PSDB-MG) de retirar a sua pré-candidatura à Presidência da República fez ganhar força dentro do PSDB a tese da chapa puro sangue nas eleições de 2010. A chapa seria encabeçada pelo governador José Serra (PSDB-SP) e teria Aécio na disputa pela vice-presidência.
Em Belo Horizonte, Aécio Neves anuncia desistência à pré-candidatura à Presidência
Em maio, a coluna Brasília Online, de Kennedy Alencar, informou que Aécio havia fechado acordo para ser vice de Serra. Na ocasião, os dois governadores negaram o acordo.
Interlocutores do partido afirmam que o episódio do mensalão do DEM no Distrito Federal enfraqueceu a possibilidade dos democratas indicarem o vice para a chapa de Serra, o que abre caminho para a candidatura Serra-Aécio.
O governador do DF, José Roberto Arruda (ex-DEM), era cotado para disputar a vice-presidência na chapa do PSDB. Depois do escândalo do mensalão, Arruda acabou desfiliado do partido --o que acendeu o sinal de alerta entre os tucanos. No DEM, parlamentares reconhecem que a chapa Serra-Aécio tem chances de sair vitoriosa nas urnas, por isso deveria ter o apoio da legenda.
"Se [Aécio] ele concordar em ser candidato a vice, pela minha opinião, meu partido deveria concordar com a candidatura de Aécio. É decisão que compete a ele. Na medida que decidir compor chapa com Serra, as chances da oposição seriam exponenciais", disse o líder do DEM no Senado, José Agripino Maia (RN).
Desistência de Aécio reflete pressão sobre Serra, diz especialista Eliane Cantanhêde: Aécio passa a ser o centro das pressões nacionaisPedro Simon chama desistência de pré-candidatura de Aécio é ato de coragemAo desistir de pré-candidatura, Aécio critica eleição plebiscitária e plano do PT de dividir o país
Apesar de Aécio declarar oficialmente sua disposição de disputar o Senado em 2010, nos bastidores o tucano teria sinalizado que aceita discutir a criação da chapa puro sangue. Em caso de vitória, interlocutores do PSDB afirmam que o partido lhe daria em troca maiores poderes na vice-presidência da República, com o controle de parte do primeiro escalão do governo.
Integrantes do PSDB também afirmam que a presença de Aécio na chapa de Serra teria um caráter "agregador" dentro do partido, levando o carisma do governador de Minas à disputa presidencial.
"O gesto do governador Aécio revelou duas coisas: uma enorme capacidade de agregação e a percepção de como ele é querido no meio político. Ele reconheceu que há uma tendência nas urnas para o Serra, num espaço de uma chapa que abriga os dois", disse o líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM).
Articulação
O líder disse que a capacidade de articulação política do governo deve ser usada na campanha presidencial de Serra. "Ele pensou que estava na hora de dar liberdade ao partido. Mas ao mesmo tempo, ele tem poder de saída nas pesquisas, o que faz dele um parceiro privilegiado", afirmou Virgílio.
Na opinião do tucano, a chapa puro sangue "faria de Aécio o vice, e de Serra o novo presidente da República".
O líder, que conversou com o governador de Minas por telefone antes dele anunciar sua decisão, disse que Aécio não estava disposto a competir com Serra dentro do partido em prol da sua candidatura.
"Ele me disse uma frase importante: que só não vale a gente perder essa eleição. Por isso, disse que o seu gesto deixa o caminho livre para o Serra."
Apesar de lamentar a saída de Aécio, Agripino disse que o governador de Minas deve se engajar na campanha de Serra à Presidência. "Lamenta-se que tenha desistido? Evidente que sim. Mas temos certeza que a confluência entre ele e Serra, assim como entre os democratas e tucanos, vai fazer com que o escolhido tenha todas as chances de ganhar a eleição", afirmou.

Duas imagens que diferenciam
o Brasil dos EUA
Duas imagens recentes mostram como o Brasil e os Estados Unidos reverenciam o poder de formas diferentes.
Ou como o poder gosta de se apresentar para a população.A primeira, dos EUA, foi publicada pelos jornais no último domingo (11.out.2009). Mostra o presidente norte-americano, Barack Obama, reunido com sua equipe.
É de autoria de Pete Souza, fotografo da Casa Branca, e pode ser baixada aqui.
Ou vista parcialmente abaixo:
A outra imagem é de 16.out.2009, no sertão de Pernambuco.
Mostra um tapete vermelho sendo estendido para a chegada do presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva.
De autoria de Evelson de Freitas, a imagem está reproduzida parcialmente abaixo:
Qual é a diferença
entre essas duas imagens?
Na reunião do presidente dos EUA, várias pessoas - Obama inclusive -
usam canetas esferográficas ordinárias.
À mesa, garrafinhas de plástico com água.
Algumas pessoas têm à sua frente aqueles indefectíveis copos de papelão tampados. Há assessores com latinhas de refrigerantes, sem copo.
Em resumo, nada daqueles garçons com paletós brancos servindo cafezinho
e água em louça personalizada
como ocorre em toda a Esplanada dos Ministérios, em Brasília.
Na segunda foto, a imagem é autoexplicativa.
A cena estapafúrdia parece ter saído de um livro de realismo fantástico escrito por Gabriel García Márquez.
Um tapete vermelho para o presidente naquele ambiente
chega a ser ofensivo.
Em resumo, a forma como o poder é tratado
e se apresenta
é um traço marcante do caráter
e do estado de espírito de um país.
A cena estapafúrdia parece ter saído de um livro de realismo fantástico escrito por Gabriel García Márquez.
Um tapete vermelho para o presidente naquele ambiente
chega a ser ofensivo.
Em resumo, a forma como o poder é tratado
e se apresenta
é um traço marcante do caráter
e do estado de espírito de um país.
TESTE DO SLOGAN! VC LEMBRA?? MUITO BOM!!
Preocupado com os níveis de Alzheimer ???
Será que vc tem boa memória ???
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Bom divertimento e Boa sorte!!!!
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Não discuta com crianças!
Ah! Essas crianças...rsrsrsBom dia!!!Antonio Allegro
Havia na revista "Pais e Filhos", um espaço do famoso Pedro Bloch, com coisas engraçadas que as crianças diziam. 1 Uma menina estava conversando com a sua professora. A professora disse que era fisicamente impossível que uma baleia engula um ser humano porque, apesar de ser um mamífero muito grande, a sua garganta é muito pequena. A menina afirmou que Jonas foi engolido por uma baleia. Irritada, a professora repetiu que uma baleia não poderia engolir nenhum ser humano; era fisicamente impossível. A menina, então disse: - "Quando eu morrer e for ao céu, vou perguntar a Jonas". A professora lhe perguntou: - "E o que vai acontecer se Jonas tiver ido ao inferno?" A menina respondeu: - "Então é a senhora que vai perguntar."
2 Uma professora de creche observava as crianças de sua turma desenhando. Ocasionalmente passeava pela sala para ver os trabalhos de cada criança. Quando chegou perto de uma menina que trabalhava intensamente, perguntou o que desenhava. A menina respondeu: - "Estou desenhando Deus." A professora parou e disse: - "Mas ninguém sabe como é Deus." Sem piscar e sem levantar os olhos de seu desenho, a menina respondeu: - "Saberão dentro de um minuto".
3 Uma honesta menina de sete anos admitiu calmamente a seus pais que Luís Miguel havia lhe dado um beijo depois da aula. - "E como aconteceu isso?" Perguntou a mãe assustada. - "Não foi fácil", admitiu a pequena senhorita, ... mas três meninas me ajudaram a segurá-lo".
4 Um dia, uma menina estava sentada observando sua mãe lavar os pratos na cozinha. De repente, percebeu que sua mãe tinha vários cabelos brancos que sobressaíam entre a sua cabeleira escura. Olhou para sua mãe e lhe perguntou: - "Porque você tem tantos cabelos brancos, mamãe?" A mãe respondeu: - "Bom, cada vez que você faz algo de ruim e me faz chorar ou me faz triste, um de meus cabelos fica branco." A menina digeriu esta revelação por alguns instantes e logo disse: - "Mãe, porque TODOS os cabelos de minha avó estão brancos?"
5 Um menino de três anos foi com seu pai ver uma ninhada de gatinhos que haviam acabado de nascer. De volta a casa, contou com excitação para sua mãe que havia gatinhos e gatinhas. - "Como você soube disso?" perguntou a mãe. - "Papai os levantou e olhou por baixo", respondeu o menino. "Acho que ali estava a etiqueta".
6 Todas as crianças haviam saído na fotografia e a professora estava tentando persuadi-los a comprar uma cópia da foto do grupo. - "Imaginem que bonito será quando vocês forem grandes e todos digam ali está Catarina, é advogada, ou também 'Este é o Miguel. Agora é médico". Ouviu-se uma vozinha vinda do fundo da sala: - "E ali está a professora. Já morreu."
Havia na revista "Pais e Filhos", um espaço do famoso Pedro Bloch, com coisas engraçadas que as crianças diziam. 1 Uma menina estava conversando com a sua professora. A professora disse que era fisicamente impossível que uma baleia engula um ser humano porque, apesar de ser um mamífero muito grande, a sua garganta é muito pequena. A menina afirmou que Jonas foi engolido por uma baleia. Irritada, a professora repetiu que uma baleia não poderia engolir nenhum ser humano; era fisicamente impossível. A menina, então disse: - "Quando eu morrer e for ao céu, vou perguntar a Jonas". A professora lhe perguntou: - "E o que vai acontecer se Jonas tiver ido ao inferno?" A menina respondeu: - "Então é a senhora que vai perguntar."
2 Uma professora de creche observava as crianças de sua turma desenhando. Ocasionalmente passeava pela sala para ver os trabalhos de cada criança. Quando chegou perto de uma menina que trabalhava intensamente, perguntou o que desenhava. A menina respondeu: - "Estou desenhando Deus." A professora parou e disse: - "Mas ninguém sabe como é Deus." Sem piscar e sem levantar os olhos de seu desenho, a menina respondeu: - "Saberão dentro de um minuto".
3 Uma honesta menina de sete anos admitiu calmamente a seus pais que Luís Miguel havia lhe dado um beijo depois da aula. - "E como aconteceu isso?" Perguntou a mãe assustada. - "Não foi fácil", admitiu a pequena senhorita, ... mas três meninas me ajudaram a segurá-lo".
4 Um dia, uma menina estava sentada observando sua mãe lavar os pratos na cozinha. De repente, percebeu que sua mãe tinha vários cabelos brancos que sobressaíam entre a sua cabeleira escura. Olhou para sua mãe e lhe perguntou: - "Porque você tem tantos cabelos brancos, mamãe?" A mãe respondeu: - "Bom, cada vez que você faz algo de ruim e me faz chorar ou me faz triste, um de meus cabelos fica branco." A menina digeriu esta revelação por alguns instantes e logo disse: - "Mãe, porque TODOS os cabelos de minha avó estão brancos?"
5 Um menino de três anos foi com seu pai ver uma ninhada de gatinhos que haviam acabado de nascer. De volta a casa, contou com excitação para sua mãe que havia gatinhos e gatinhas. - "Como você soube disso?" perguntou a mãe. - "Papai os levantou e olhou por baixo", respondeu o menino. "Acho que ali estava a etiqueta".
6 Todas as crianças haviam saído na fotografia e a professora estava tentando persuadi-los a comprar uma cópia da foto do grupo. - "Imaginem que bonito será quando vocês forem grandes e todos digam ali está Catarina, é advogada, ou também 'Este é o Miguel. Agora é médico". Ouviu-se uma vozinha vinda do fundo da sala: - "E ali está a professora. Já morreu."
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