sexta-feira, 18 de dezembro de 2009









Duas imagens que diferenciam
o Brasil dos EUA
Duas imagens recentes mostram como o Brasil e os Estados Unidos reverenciam o poder de formas diferentes.
Ou como o poder gosta de se apresentar para a população.
A primeira, dos EUA, foi publicada pelos jornais no último domingo (11.out.2009). Mostra o presidente norte-americano, Barack Obama, reunido com sua equipe.
É de autoria de Pete Souza, fotografo da Casa Branca, e pode ser baixada aqui.
Ou vista parcialmente abaixo:


A outra imagem é de 16.out.2009, no sertão de Pernambuco.
Mostra um tapete vermelho sendo estendido para a chegada do presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva.
De autoria de Evelson de Freitas, a imagem está reproduzida parcialmente abaixo:

Qual é a diferença
entre essas duas imagens?

Na reunião do presidente dos EUA, várias pessoas - Obama inclusive -
usam canetas esferográficas ordinárias.
À mesa, garrafinhas de plástico com água.
Algumas pessoas têm à sua frente aqueles indefectíveis copos de papelão tampados. Há assessores com latinhas de refrigerantes, sem copo.
Em resumo, nada daqueles garçons com paletós brancos servindo cafezinho
e água em louça personalizada
como ocorre em toda a Esplanada dos Ministérios, em Brasília.




Na segunda foto, a imagem é autoexplicativa.
A cena estapafúrdia parece ter saído de um livro de realismo fantástico escrito por Gabriel García Márquez.
Um tapete vermelho para o presidente naquele ambiente
chega a ser ofensivo.
Em resumo, a forma como o poder é tratado
e se apresenta
é um traço marcante do caráter
e do estado de espírito de um país.

TESTE DO SLOGAN! VC LEMBRA?? MUITO BOM!!

Preocupado com os níveis de Alzheimer ???
Será que vc tem boa memória ???


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Bom divertimento e Boa sorte!!!!

Não discuta com crianças!

Ah! Essas crianças...rsrsrsBom dia!!!Antonio Allegro



Havia na revista "Pais e Filhos", um espaço do famoso Pedro Bloch, com coisas engraçadas que as crianças diziam. 1 Uma menina estava conversando com a sua professora. A professora disse que era fisicamente impossível que uma baleia engula um ser humano porque, apesar de ser um mamífero muito grande, a sua garganta é muito pequena. A menina afirmou que Jonas foi engolido por uma baleia. Irritada, a professora repetiu que uma baleia não poderia engolir nenhum ser humano; era fisicamente impossível. A menina, então disse: - "Quando eu morrer e for ao céu, vou perguntar a Jonas". A professora lhe perguntou: - "E o que vai acontecer se Jonas tiver ido ao inferno?" A menina respondeu: - "Então é a senhora que vai perguntar."

2 Uma professora de creche observava as crianças de sua turma desenhando. Ocasionalmente passeava pela sala para ver os trabalhos de cada criança. Quando chegou perto de uma menina que trabalhava intensamente, perguntou o que desenhava. A menina respondeu: - "Estou desenhando Deus." A professora parou e disse: - "Mas ninguém sabe como é Deus." Sem piscar e sem levantar os olhos de seu desenho, a menina respondeu: - "Saberão dentro de um minuto".

3 Uma honesta menina de sete anos admitiu calmamente a seus pais que Luís Miguel havia lhe dado um beijo depois da aula. - "E como aconteceu isso?" Perguntou a mãe assustada. - "Não foi fácil", admitiu a pequena senhorita, ... mas três meninas me ajudaram a segurá-lo".

4 Um dia, uma menina estava sentada observando sua mãe lavar os pratos na cozinha. De repente, percebeu que sua mãe tinha vários cabelos brancos que sobressaíam entre a sua cabeleira escura. Olhou para sua mãe e lhe perguntou: - "Porque você tem tantos cabelos brancos, mamãe?" A mãe respondeu: - "Bom, cada vez que você faz algo de ruim e me faz chorar ou me faz triste, um de meus cabelos fica branco." A menina digeriu esta revelação por alguns instantes e logo disse: - "Mãe, porque TODOS os cabelos de minha avó estão brancos?"

5 Um menino de três anos foi com seu pai ver uma ninhada de gatinhos que haviam acabado de nascer. De volta a casa, contou com excitação para sua mãe que havia gatinhos e gatinhas. - "Como você soube disso?" perguntou a mãe. - "Papai os levantou e olhou por baixo", respondeu o menino. "Acho que ali estava a etiqueta".

6 Todas as crianças haviam saído na fotografia e a professora estava tentando persuadi-los a comprar uma cópia da foto do grupo. - "Imaginem que bonito será quando vocês forem grandes e todos digam ali está Catarina, é advogada, ou também 'Este é o Miguel. Agora é médico". Ouviu-se uma vozinha vinda do fundo da sala: - "E ali está a professora. Já morreu."

domingo, 15 de novembro de 2009

Após decisão do Judiciário, Câmara tem menor infidelidade desde a Constituinte



Troca-troca na legislatura atual é menos da metade das anteriores. No ano de 2009 foram realizadas 37 trocas de partido.
Eduardo Bresciani Do G1, em Brasília
saiba mais
Infidelidade partidária 'encontrou ponto terminal', diz Ayres Britto
STF confirma perda de mandato por infidelidade partidária
CCJ deve votar perda de mandato por infidelidade
Após uma interferência do poder Judiciário, a infidelidade partidária caiu na Câmara dos Deputados ao menor nível desde a Constituinte. É o que revela levantamento feito pelo G1 em dados oficiais da Secretaria Geral da Mesa Diretora que informam as mudanças partidárias desde 1989. Na legislatura atual, que começou em fevereiro de 2007, 80 deputados mudaram de partido em 98 trocas registradas até o dia 12 de novembro, menos da metade dos que foram infiéis no período passado. O número de trocas é maior que o de deputados porque um mesmo parlamentar trocou de partido mais de uma vez. Como o prazo para a filiação partidária para quem vai disputar a próxima eleição já foi encerrado, a tendência é que novas trocas sejam raras até o final da legislatura, em janeiro de 2011.

LEGISLATURA ATUAL/TROCAS/DEPUTADOS
ANO
2007 / 60/47
2008 /1 / 1
2009 / 37/ 32


Quando se compara a legislatura atual com as anteriores observa-se como o movimento migratório foi reduzido. Após a Constituinte de 1988 o número de trocas sempre foi superior a 200, envolvendo mais de um terço dos 513 deputados. Em 1989 e 1990 os deputados que mudaram de legenda foram 195. Entre 1991 e 1995 este número foi de 200. Entre 1995 e 1999 as trocas alcançaram 172 parlamentares. De 1999 a 2003 foram 183 os deputados infiéis. Nos quatro primeiros anos do governo Lula foram 197 os deputados que trocaram de partido.

LEGISLATURAS DESDE A CONSTITUINTE



LEGISLATURA / TROCAS /DEPUTADOS
89-90 / 208 / 195
91-95 / 268 / 200
95-99 / 235 / 172
99-2003 / 290 / 183
2003-2007 / 351 /197
2007-2011 / 98 / 80

A contribuição do Judiciário para reduzir o troca-troca partidário começou em março de 2007 com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidindo que o mandato é do partido e não do eleito. Desta forma abriu-se a possibilidade de cassação de quem trocar de legenda. O Supremo Tribunal Federal (STF) referendou a decisão em outubro do mesmo ano.


Foto: Nelson Jr./SCO/STF O ministro Marco Aurélio Mello durante sessão do STF desta quinta-feira. (Foto: Nelson Jr./SCO/STF )
Presidente do TSE na época da decisão, o ministro do Supremo Marco Aurélio Mello destaca que a intenção era de combater as mudanças por conveniência. “A legislação é a mesma que já havia. Claro que com esta postura interpretativa da Justiça Eleitoral e do Supremo houve uma inibição, o que não quer dizer que não se pode mudar porque tem casos em que pode, como os de perseguição política. Penso que todos os políticos estão mais atentos agora à impossibilidade de trocar apenas por conveniência”. O fato é que desde a decisão da Justiça, as trocas ficaram em “stand by” até outubro deste ano, quando o prazo de filiação para as próximas eleições motivou algumas trocas. Após a decisão final do Supremo, 36 deputados trocaram de partido, sendo que 31 mudaram a partir de 20 de agosto deste ano, já visando as eleições do próximo ano.
Pouca punição
O sucesso na inibição da troca contrasta com as punições sobre infidelidade. Até agora apenas um deputado foi cassado por ter trocado de partido. Walter Brito Neto (PRB-PB) ficou com uma vaga de suplente de deputado federal em 2006 quando disputou a eleição pelo DEM. Ele tomou posse em 2007 depois de ter trocado de partido e acabou cassado com base na decisão da justiça eleitoral.
Para o presidente do DEM, Rodrigo Maia (RJ), a cassação de Brito Neto foi o principal inibidor da migração de parlamentares. Ele cobra agora uma postura da justiça eleitoral em relação aos 31 parlamentares que trocaram de partido desde o dia 20 de agosto e podem ser alvos de novos processos devido aos prazos para a apresentação do pedido do mandato pelos partidos ou pelo Ministério Público Eleitoral. “Houve essa queda brutal porque tivemos um deputado cassado. Agora temos uma grande interrogação. Esses mais de 30 que trocaram agora precisam ser julgados. Não é que todos têm de ser cassados porque algumas trocas têm justificativa, mas é preciso que o TSE julgue e que o mesmo aconteça nos tribunais regionais”, disse Maia. Segundo dados do TSE, estão em tramitação processos de cassação por infidelidade contra 10 deputados federais. Outros 11 deputados já tiveram seus casos arquivados e apenas Brito Neto foi cassado. Os registros mostram ainda que 12 deputados acionaram o Tribunal para pedir autorização para trocar de partido. Destes, quatro conseguiram a autorização, um teve o pedido rejeitado e outros sete aguardam a decisão.

Foto: Elton Bomfim/ Agência Câmara
O deputado Flávio Dino (PCdoB-MA) (Foto: Elton Bomfim/ Agência Câmara)
Mudança engavetada
Como reação à decisão da justiça em 2007, alguns deputados tentaram, sem sucesso, mudar as regras do jogo. Um projeto de autoria de Flávio Dino (PC do B-MA) chegou a ser aprovado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) em julho de 2008 mas não chegou ao plenário da Câmara. O projeto criava uma “janela” onde seria permitida a troca de partidos. A infidelidade seria permitida apenas em uma janela de 30 dias antes do prazo de filiação partidária, que se encerra um ano antes do pleito. Para Dino, a janela aconteceu efetivamente agora com a mudança de partido dos 31 parlamentares. “O projeto está parado e não tem mais chance de ser votado nessa legislatura. A janela, na realidade, já foi feita na prática. Os fatos se encarregaram de mostrar na pratica que o projeto está correto. É inviável manter a fidelidade partidária rígida sem a lista fechada, onde o eleitor vota diretamente no partido”. Apesar de considerar a mudança improvável nesta legislatura, o deputado acredita que pode haver uma nova mobilização caso mais cassações sejam feitas pela justiça eleitoral. “Acho que existe essa possibilidade sim, mas mais adiante. Acho muito difícil viabilizar isso agora porque tem pouco tempo e o pré-sal e o Orçamento para votar este ano. Mas eu tenho uma certeza, ou se adota a lista fechada ou adiante essa tese da chamada janela vai ser aprovada. Eu acho que a decisão da Justiça melhorou muito o sistema. Eu não defendo a infidelidade ou o troca-troca indiscriminado como antes, mas um sistema que seja mais realista”, disse Dino.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Senado aprova projeto de lei que unifica documentos

17/09/2009 - 20h04
da Agência Brasilda Agência Senado
Os documentos de identificação do brasileiro, entre eles a carteira de identidade, o passaporte e o CPF deverão ter um único número. O projeto de lei que determina a mudança foi aprovado nesta quarta (16) pelo Senado e segue para sanção presidencial.
Pelo projeto, os documentos terão o mesmo número do RG (Registro da Identidade Civil) à medida que forem sendo expedidos. Isso inclui o passaporte e, ainda, a CTPS (Carteira de Trabalho e Previdência Social) e a CNH (Carteira Nacional de Habilitação).
Segundo o senador Almeida Lima (PMDB-SE), relator do projeto na CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania), o uso do mesmo número da identidade em todos os documento dificultará a ocorrência de fraudes e pode aperfeiçoar o sistema de identificação civil. Um dos objetivos da medida é diminuir a burocracia.
O projeto também determina que o tipo e o fator sanguíneo do cidadão seja informado no documento de identidade. Se o titular for portador de alguma deficiência física também pode pedir para que a informação seja incluída na carteira.
Almeida Lima argumenta ainda que a informação sobre o tipo e o fator sanguíneo na carteira de identidade pode facilitar o atendimento médico emergencial.
Já a declaração de deficiência física, segundo o senador, poderá criar facilidades ao titular do documento e evitar transtornos, especialmente na utilização do transporte público, "pois determinadas deficiências, como a auditiva ou a visual, podem não ser constatadas de maneira tão clara como outras mais evidentes".