segunda-feira, 8 de setembro de 2008

VEJA O QUE FERNANDO CHUCRE FEZ PELA NOSSA REGIÃO


ATUAÇÃO PARLAMENTAR
Entre 2007 e 2008, o deputado Fernando Chucre designou R$ 11 milhões em emendas individuais para diversos Ministérios beneficiando no orçamento geral da União de 2008 cidades como Cotia, Osasco, Carapicuíba, Nova Aliança, Santa Fé do Sul, Cardoso, Itupeva, São Paulo e o hospital Sarah de Brasília.Também em 2007, o parlamentar conseguiu junto ao Ministério das Cidades um repasse para urbanização de favelas em Carapicuíba no valor de R$ 30 milhões, R$ 18 milhões da Secretaria de Habitação do Estado de São Paulo e R$ 10 milhões do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social (FNHIS) com a mesma finalidade.Graças à intervenção do deputado Chucre e do prefeito Fuad Chucre, Carapicuíba também vai receber do Governo do Estado de São Paulo, através da SABESP, R$ 1,5 milhão para a implantação de redes de distribuição e de ligações de água em núcleos de baixa renda. Em recente acordo com o Governo de São Paulo, Fernando Chucre, Fuad e os vereadores conseguiram a liberação do terreno da CPTM para a construção do Pronto Socorro Central em Carapicuíba. Para a obra, o deputado apresentou emenda parlamentar, já empenhada, no valor de R$ 1,5 milhão.
Saiba o que o deputado Chucre conseguiu para Carapicuíba e regiãoSAÚDE- Prefeitura Municipal de Carapicuíba – R$ 1.700.000,00 - estruturação de unidades de atenção especializada em saúde;- Prefeitura Municipal de Carapicuíba – R$ 1.150.000,00 - estruturação de unidades de atenção básica em saúde;- Carapicuíba – R$ 1.400.000,00 – estruturação da rede de serviços de atenção básica de saúde;- Carapicuíba – R$ 150.000,00 – aquisição de equipamentos e material permanente para policlínica COHAB V. Emenda empenhada pelo dep. Carlos Zaratini a pedido do dep. Fernando Chucre.- Carapicuíba – R$ 300.000,00 – para postos/ centros de saúde/unidades de saúde da família. Emenda empenhada pelo dep. José Aníbal. "Carapicuíba é uma cidade importante da região metropolitana, com muitas carências, e que tem um prefeito muito competente. Certamente ele vai fazer bom uso desse dinheiro", disse o líder do PSDB na Câmara dos Deputados, José Aníbal (PSDB-SP), sobre a emenda ao orçamento sugerida por Fernando Chucre. - Associação das Pioneiras Sociais – Rede Sarah de Hospitais/DF – R$ 100.000,00 – estruturação de unidades de atenção especializada em saúde;- Irmandade da Santa Casa Leonor Mendes de Barros – Cardoso/SP – R$ 100.000,00 - estruturação de unidades de atenção especializada em saúde;- Prefeitura Municipal de Cotia – R$ 100.000,00 - estruturação de unidades de atenção especializada em saúde;- Prefeitura Municipal de Itupeva – R$ 150.000,00 - estruturação de unidades de atenção básica em saúde.ESPORTES E LAZER- Prefeitura Municipal de Carapicuíba – R$ 1.450.000,00 – para reforma e ampliação do Estádio do Niterói;- Prefeitura Municipal de Carapicuíba – R$ 1.400.000,00 – para construção de novo ginásio de esportes;- Prefeitura Municipal de Carapicuíba – R$ 1.950.000,00 – implantação do Parque da Lagoa;- Prefeitura Municipal de Carapicuíba – R$ 500.000,00 – para o Parque da Aldeia;- Prefeitura Municipal de Cotia – R$ 150.000,00 – implantação e modernização de infra-estrutura para esporte recreativo e de lazer; - Nova Aliança – R$ 120.000,00 – realização da Festa do Peão- Bento de Abreu – R$ 50.000,00 – realização da Festividade Natal Verão Encantado;- Nova Aliança – R$ 50.000,00 – festividades natalinas – Pré-Reveillon.INFRA-ESTRUTURA- Prefeitura Municipal de Carapicuíba – R$ 2.300.000,00 – Implantação ou Melhoria de Obras de Infra-Estrutura Urbana;- Prefeitura Municipal de Cotia – R$ 150.000,00 - Implantação ou Melhoria de Obras de Infra-Estrutura Urbana;- Prefeitura Municipal de Nova Aliança – R$ 100.000,00 - Implantação ou Melhoria de Obras de Infra-Estrutura Urbana;- Prefeitura Municipal de Santa Fé do Sul – R$ 150.000,00 - Implantação ou Melhoria de Obras de Infra-Estrutura Urbana;- Prefeitura Municipal de Osasco – R$ 300.000,00 – Apoio a Obras Preventivas de Desastres; - Bady Bassit – R$ 68.250,00 – Implantação ou melhoria de obras de infra-estrutura urbana em municípios com até 100 mil habitantes – infra-estrutura urbana em municípios – estado de São Paulo;- Colina - R$ 68.250,00 – Implantação ou melhoria de obras de infra-estrutura urbana em municípios com até 100 mil habitantes – infra-estrutura urbana em municípios – estado de São Paulo;- Indiaporã – R$ 78.000,00 - Implantação ou melhoria de obras de infra-estrutura urbana em municípios com até 100 mil habitantes – infra-estrutura urbana em municípios – estado de São Paulo;- Novo Horizonte – R$ 78.000,00 - Implantação ou melhoria de obras de infra-estrutura urbana em municípios com até 100 mil habitantes – infra-estrutura urbana em municípios – estado de São Paulo;- Paulo de Faria – R$ 78.000,00 - Implantação ou melhoria de obras de infra-estrutura urbana em municípios com até 100 mil habitantes – infra-estrutura urbana em municípios – estado de São Paulo;- Salto de Pirapora – R$ 68.250,00 - Implantação ou melhoria de obras de infra-estrutura urbana em municípios com até 100 mil habitantes – infra-estrutura urbana em municípios – estado de São Paulo;- Santa Fé do Sul – R$ 68.250,00 - Implantação ou melhoria de obras de infra-estrutura urbana em municípios com até 100 mil habitantes – infra-estrutura urbana em municípios – estado de São Paulo.- Carapicuíba – R$ 40.901,96 – apoio a elaboração de planos habitacionais – elaboração das etapas 1, 2 e 3;- Carapicuíba – R$ 133.200,00 – programa nacional de inclusão de jovens – ProJovem;- Carapicuíba – R$ 987.600,00 – melhoria das condições de habitação.TRABALHO E EMPREGO- Obra Kolping do Brasil de São Paulo – R$ 200.000,00 – qualificação social e profissional de trabalhadores para o acesso e manutenção ao emprego, trabalho e renda em base setorial (PlanSeQs) – capacitação profissional e formação do jovem e família na obra Kolping do Brasil – Estado de São Paulo.AGRICULTURA- Guapiaçu – R$ 97.500,00 – mecanização agrícola – aquisição de patrulha agrícola no Estado de São Paulo;- Nova Aliança – R$ 97.500,00 - mecanização agrícola – aquisição de patrulha agrícola no Estado de São Paulo;- Palmeira D’Oeste - R$ 97.500,00 - mecanização agrícola – aquisição de patrulha agrícola no Estado de São Paulo;- Pederneiras - R$ 97.500,00 - mecanização agrícola – aquisição de patrulha agrícola no Estado de São Paulo;- Riolândia - R$ 97.500,00 - mecanização agrícola – aquisição de patrulha agrícola no Estado de São Paulo;

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Alckimin fica em segundo, e Marta cai 2 %

A candidata à prefeitura de São Paulo pelo PT, Marta Suplicy, lidera a pesquisa Ibope divulgada neste sábado, com 39% das intenções de votos. O ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) é o segundo colocado, com 22%. Em seguida, aparecem os candidatos Gilberto Kassab (DEM), 12%; Paulo Maluf (PP), 9%; Soninha (PPS), 3%. Ciro Moura (PTC), Ivan Valente (Psol) e Levy Fidelix (PRTB) não alcançaram 1% das intenções de votos. Não foram citados Anaí Caproni (PCO), Edmilson Costa (PCB) e Renato Reichmann (PMN). O percentual de indecisos e de que não quiseram opinar é de 7%, brancos e nulos somam outros 7%. A pesquisa, encomendada pelo jornal O Estado de S. Paulo e pela TV Globo, ouviu 1.001 eleitores entre os dias 26 e 28 de agosto. A margem de erro é de três pontos percentuais. O levantamento está registrado na 1ª Zona Eleitoral de São Paulo sob o número 02000108-SPPE.
De acordo com o Ibope, Marta Suplicy tinha 41% das intenções de voto no dia 19 de julho e foi para 39%. Já Geraldo Alckmin oscilou de 26% para 22%. O candidato Paulo Maluf manteve os 9% registrados entre 12 e 14 de agosto, enquanto Kassab oscilou de 8% para 12%.
O Ibope também realizou simulações de segundo turno. Em uma possível disputa entre Marta e Alckmin, a candidata do PT ganharia com 50% dos votos contra 39% do tucano, segundo o levantamento. O Ibope também aponta que Marta ganharia a disputa contra o atual prefeito, Gilberto Kassab, com 55% contra 32%.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Eleições2008 - 30/08/2008 Marta, com 39%, mantém liderança; Alckmin tem 24%, e Kassab vai a 16%Vantagem de tucano sobre democrata é de oito pontos

Após nove dias de horário eleitoral gratuito no rádio e na TV, a candidata do PT, Marta Suplicy, continua líder isolada na disputa pela prefeitura de São Paulo, com 39% das intenções de voto, segundo pesquisa realizada pelo Datafolha nesta sexta-feira, 29 de agosto. Geraldo Alckmin (PSDB), com 24%, se mantém em segundo lugar. Em relação à pesquisa anterior, concluída há uma semana, Marta oscilou dois pontos para baixo (tinha 41%) e Alckmin repetiu o índice que obtinha na ocasião. Gilberto Kassab (DEM) oscilou de 14% para 16% e assume agora, de maneira isolada, o terceiro lugar na disputa, abrindo sete pontos de diferença sobre seu adversário direto pela posição, Paulo Maluf (PP), que oscilou de 9% para 7%. O empate entre Kassab e Maluf persistia desde julho. A diferença do segundo colocado, Geraldo Alckmin, para Gilberto Kassab, que chegou a ser de 21 pontos no final de julho (32% a 11%), caiu para 10 pontos na pesquisa da semana passada e oscilou para oito pontos hoje. Foram ouvidos 1082 eleitores da cidade de São Paulo, a partir dos 16 anos de idade, e a margem de erro máxima, para os resultados que se referem ao total da amostra, é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. A conquista do terceiro lugar por Kassab coincide com aprovação recorde ao seu governo: o percentual dos que consideram que o democrata está tendo um desempenho ótimo ou bom chegou a 44%, quatro pontos maior do que a registrada há uma semana e maior índice obtido pelo prefeito em seu mandato. Esse aumento reflete a queda de cinco pontos percentuais (de 38% para 33%) na taxa dos que classificam a administração do prefeito como regular. A parcela dos que acham que ele vem sendo ruim ou péssimo oscilou de 20% para 21%. A pesquisa também mostra que o percentual dos que dizem que não votariam de jeito nenhum em Kassab no primeiro turno da eleição para prefeito caiu seis pontos percentuais, e que o prefeito ganhou pontos nas simulações de segundo turno, tanto contra Marta, quanto contra Alckmin. Soninha (PPS) oscilou de 2% para 3% das intenções de voto. Ciro (PTC) atinge 1% das preferências, taxa que não chegava a obter na pesquisa da semana passada. Edmilson Costa (PCB), Ivan Valente (PSOL) e e Levy Fidelix (PRTB), a exemplo do que ocorria no levantamento anterior, foram citados, mas não atingem 1%, mesma situação vivida por Renato Reichmann (PMN), que, semana passada, não foi lembrado por nenhum dos entrevistados. Anaí Caproni (PCO), mais uma vez, não foi mencionada por nenhum dos entrevistados, embora seu nome contasse do cartão apresentado a eles.Se a eleição fosse hoje, 5% votariam em branco ou anulariam o voto. Não saberiam em quem votar 4%. O percentual dos que dizem, de maneira espontânea, antes da apresentação dos cartões circulares com os nomes dos candidatos, que gostariam de votar em Marta para prefeita, oscilou de 30% na pesquisa anterior para 28% hoje. A taxa de menções espontâneas a Geraldo Alckmin oscilou de 14% para 15%; o tucano empata com Gilberto Kassab, que oscilou de 10% para 12% na intenção de voto espontânea. Paulo Maluf é citado espontaneamente por 4%.O percentual dos que não sabem dizer espontaneamente em quem gostaria de votar para prefeito se manteve em 32%. A taxa dos que afirmam de maneira espontânea que pretendem votar em branco ou anular oscilou de 5% para 7%. Kassab ganha 10 pontos entre eleitores de maior rendaNo que diz respeito à evolução da intenção de voto por segmentos, a maior variação se deu entre os que têm renda familiar mensal acima de 10 salários mínimos. Geraldo Alckmin continua líder entre os eleitores de maior renda, com 41% (eram 39% na pesquisa anterior). Gilberto Kassab, por sua vez, ganhou 10 pontos percentuais, passando de 21% para 31%, assumindo o segundo lugar na preferência desses eleitores . Marta, que empatava com Kassab nesse estrato no levantamento anterior, variou de 20% para 16%. No outro extremo da segmentação por renda, entre os que têm rendimentos até dois salários mínimos, Marta continua líder, mas perdeu cinco pontos percentuais, passando de 54% para 49%. Geraldo Alckmin perdeu quatro pontos (foi de 19% para 15%) e agora empata com Kassab, que passou de 9% para 13% das intenções de voto entre os eleitores de menor renda. No segmento dos que têm rendimentos entre dois e cinco salários mínimos não houve variações significativas: Marta oscilou de 44% para 42%, Alckmin variou de 23% para 22% e Kassab passou de 14% para 13%. Entre os que estão na faixa de cinco a dez salários mínimos, Marta passou de 27% para 31% e Alckmin foi de 28% para 32% das intenções de voto. Kassab oscilou de 20% para 19% nesse estrato.Geraldo Alckmin teve ligeira recuperação entre os eleitores com nível superior de escolaridade, segmento no qual havia perdido sete pontos percentuais entre o final de julho e a pesquisa da semana passada (tinha passado de 39% para 32%). Com uma variação positiva de quatro pontos percentuais, o tucano obtém 36% das intenções de voto, 11 pontos à frente de Marta Suplicy, que variou de 28% para 25%. Kassab passou de 21% para 22% entre os mais escolarizados.Entre os que têm escolaridade média, Marta perdeu cinco pontos (passou de 41% para 36%). Alckmin oscilou de 23% para 22% e Kassab de 14% para 16% nesse segmento. Já entre os eleitores que têm escolaridade fundamental, Marta ampliou um pouco mais sua vantagem sobre Alckmin. No segmento dos menos escolarizados, a petista passou de 48% para 51% das intenções de voto, enquanto o tucano passou de 21% para 19%. Kassab oscilou de 10% para 12% nesse estrato. No que diz respeito à idade dos entrevistados, Marta ganhou seis pontos entre os eleitores com 60 anos ou mais, passando de 28% para 34%. Alckmin oscilou de 29% para 28% nesse segmento. Kassab se manteve com 16%. Kassab ganhou sete pontos entre os que têm de 45 a 59 anos, passando de 15% para 22%, mesmo percentual obtido por Alckmin. Marta tem 37% nesse estrato (obtinha 40% na pesquisa anterior). Alckmin e Kassab empatam nas periferias das zonas sul e lesteA análise dos resultados da pesquisa levando-se em consideração a região da cidade onde o eleitor mora mostra que Marta Suplicy tem suas maiores taxas de intenção de voto nos bairros localizados nos extremos sul e leste da cidade. E, também, que nessas regiões, Geraldo Alckmin e Gilberto Kassab têm índices semelhantes. Entre os eleitores que moram na região Sul da cidade, Marta oscilou de 49% das intenções de voto na pesquisa da semana passada para 48% hoje. Geraldo Alckmin oscilou de 22% para 20% e Gilberto Kassab variou de 13% para 15% das preferências. A vantagem de Marta nessa região se dá graças a seu desempenho entre os moradores do extremo Sul, de distritos como Parelheiros e Jardim Ângela, segmento no qual atinge 58% das intenções de voto, seu maior índice na cidade. Entre esses eleitores, Alckmin, com 16%, empata com Kassab, que tem 12%. Entre os que moram na região Norte, a intenção de voto em Marta oscilou três pontos para baixo, de 36% para 33%. Alckmin oscilou de 27% para 26% e Kassab variou de 16% para 18%. Na região Norte 1, de distritos como Santana e Mandaqui, o atual prefeito ganhou nove pontos percentuais : subiu de 16% para 25% das intenções de voto, e empata com Marta, que oscilou de 26% para 24%, e com Geraldo Alckmin, que variou de 29% para 27%. Essa é a região no qual o democrata tem seu melhor desempenho. Paulo Maluf, que tinha 16% na Norte 1, perdeu sete pontos, passando a ter 9% das preferências. Na região leste, Marta oscilou de 41% para 39%, Alckmin se manteve com 22% e Kassab variou de 13% para 16%.A exemplo do que ocorre na região Sul, a petista mantém sua liderança na região leste em razão de seu desempenho nos distritos mais periféricos, segmento no qual atinge 47% das intenções de voto. Kassab e Alckmin também empatam entre os moradores da periferia da zona leste: o democrata atinge 15% e o tucano tem 18% das preferências desses eleitores. Entre os eleitores que moram na região Oeste, Alckmin ganhou cinco pontos, passando de 33% para 38%, e ampliando sua vantagem sobre Marta, que oscilou de 26% para 27%. Kassab variou de 16% para 13% entre os eleitores que moram na zona oeste. Entre os que moram no centro, Geraldo Alckmin tem 32%, Marta 29%, e Kassab, 19% das intenções de voto. Como o número de entrevistas nesse segmento é muito reduzido (31 entrevistas) não é recomendável comparar o resultado desta pesquisa com o de pesquisas anteriores. Foram ouvidos 1082 eleitores da cidade de São Paulo, a partir dos 16 anos de idade. Em simulações de segundo turno, diminuiu diferença entre Kassab e adversáriosGilberto Kassab continua atrás nas simulações de segundo turno, mas ganhou pontos, tanto contra Marta quanto contra Alckmin. Se o atual prefeito disputasse o segundo turno com a candidata do PT, teria 41%, oito pontos percentuais a menos do que sua adversária, que obteria 49%. Na pesquisa da semana passada, a vantagem de Marta era de 20 pontos (55% a 35%). Contra Geraldo Alckmin, o prefeito teria 34%, e o peessedebista ficaria com 52%. Na pesquisa da semana passada, o tucano batia o democrata por 57% a 28%. Ou seja: a diferença entre os dois, que era de 29 pontos percentuais, caiu para 18 pontos. Em julho, o peessedebista chegava a 62%, contra 24% do democrata (38 pontos de vantagem). Marta continua empatando com Geraldo Alckmin na simulação de segundo turno. Se a disputa ocorresse hoje, 46% dos eleitores paulistanos votariam na petista, percentual idêntico ao dos que dariam seu voto ao peessedebista. Na pesquisa da semana passada, a ex-prefeita estava cinco pontos à frente (49% a 44%). Se a disputa ficasse entre Alckmin e Marta, 70% dos que pretendem votar em Kassab no primeiro turno afirmam que votariam no candidato do PSDB no segundo; 24% votariam na petista. No caso de um confronto entre Kassab e Marta, 67% dos que dizem ter intenção de votar em Alckmin no primeiro turno dariam seu voto ao democrata, e 21% votariam na ex-prefeita.Em uma disputa entre Alckmin e Kassab, 51% dos eleitores que dizem votar na petista no primeiro turno optariam pelo tucano, e 31% dariam seu voto ao atual prefeito. Taxa de rejeição a Kassab cai seis pontosGilberto Kassab obtém a menor taxa de rejeição ao seu nome desde o início de julho. O percentual de eleitores paulistanos que não votariam de jeito nenhum pela reeleição do atual prefeito caiu de 32% na semana passada para 26% hoje. Na pesquisa anterior, o democrata empatava no ranking de rejeição com a líder na disputa, Marta Suplicy, que era rejeitada por 31%; hoje, essa taxa é de 32%. O segundo colocado, Geraldo Alckmin, continua com uma das menores taxas de rejeição: 18% dizem não votar de jeito nenhum no candidato do PSDB para prefeito no primeiro turno da eleição, taxa idêntica à registrada no levantamento da semana passada. A taxa de rejeição a Paulo Maluf oscilou três pontos para baixo (de 61% para 58%), e continua sendo a maior entre os candidatos a prefeito. Os demais candidatos têm taxas de rejeição em torno abaixo dos 20%: Levy Fidelix e Soninha são rejeitados por 17%, cada, e Ciro é descartado como candidato a prefeito por 15%. Vêm a seguir: Anaí Caproni, Ivan Valente e Renato Reichmann (12% de rejeição, cada) e Edmilson Costa (11%). Votariam em qualquer um dos candidatos 2%, mesmo percentual dos que não votariam em nenhum deles. Eleitores de Marta são os que demonstram maior conhecimento do número da candidataFaltando 37 dias para o primeiro turno da eleição para prefeito, 55% dos eleitores paulistanos que declaram ter um candidato a prefeito ou que pretendem votar nulo não sabe como fazer para confirmar sua escolha na eleição de outubro. Respondem corretamente 40% e dão respostas incorretas 5%.Entre os eleitores que têm intenção de votar em Marta Suplicy, 55% citam o número correto (13) que devem digitar na urna eletrônica para confirmar seu voto. Entre os que têm intenção de votar em Geraldo Alckmin (número 45), essa taxa é de 40%, taxa dez pontos maior do que a registrada na pesquisa anterior (30%). O percentual de eleitores que pretendem votar em Gilberto Kassab (número 25), mas não sabem que número devem digitar para confirmar sua escolha, caiu sete pontos em relação ao levantamento anterior, mas ainda é de expressivos 81%. Paulo Maluf (número 11) obtém 47% de respostas corretas entre os eleitores que têm intenção de votar nele para prefeito. São Paulo, 29 de agosto de 2008.

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Você sabe negar ajuda? Diga "não" sem enfurecer seu chefe e seus colegas

15/08/2008 - 10h53
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SÃO PAULO - Existem dois tipos de profissionais que nunca dizem "não", de acordo com a diretora da RMML Consultoria de Imagem Corporativa, Renata Mello. O primeiro é aquele que faz o possível para ser o cara legal, na busca por aceitação social e inserção no grupo. "Ele sempre quer ajudar todo mundo. O problema é que as pessoas acabam abusando do profissional com perfil bonzinho", explica. "O bonzinho pode ser competente, mas dificilmente é valorizado, porque é visto como alguém que não tem postura firme. Ele acha que está fazendo bonito, mas não está. E o pior: se algo dá errado, a culpa recai sobre ele", garante a consultora.Segundo Renata, esse tipo de pessoa não deveria se esforçar tanto para agradar aos outros. "No ambiente profissional, demora mesmo certo tempo para sermos aceitos pelo grupo de trabalho. É uma fase. A interação deve se dar no almoço, na hora do café, em um momento informal", recomenda.Medo de enfrentar o outro O outro tipo que nunca diz não é aquele que simplesmente não sabe enfrentar as pessoas. Muitas vezes, por medo de perder o emprego. Ele sabe que, se ajudar o colega ou o chefe, será em detrimento de suas responsabilidades próprias. "Esse tipo de profissional precisa ter postura e lembrar quais são suas prioridades. Uma forma elegante de dizer não é passando uma orientação de como a tarefa pode ser realizada. Diga: eu não posso te ajudar agora, pois tenho prazos a cumprir, mas, se você fizer desse jeito, será mais fácil", aconselha a diretora da RMML.Quando é impossível dizer nãoPara o gerente da Robert Half, Fábio Saad, poucas pessoas estão preparadas para dizer não. "A cultura do brasileiro é de ajudar sempre, ainda que não possa. É preciso ter frieza para recusar ajuda. O fato é que, quando um funcionário não diz não, seu desempenho fica comprometido. As conseqüências são negativas".Entretanto, segundo ele, há momentos em que não se pode, sob hipótese alguma, dizer não. Daí a importância de perceber o contexto. Se seu chefe passa uma tarefa que é prioridade, que não pode ser prorrogada, é melhor aceitá-la. Vamos supor que algo dê errado e seu gerente peça ajuda. Antes de dizer não, analise: o que vai acontecer se eu não ajudá-lo? Ao dizer sim, é provável que ele mude suas prioridades, o que significa que seus compromissos não serão prejudicados.Seja como for, a regra número um é: sempre deixe claro o motivo de não ajudar. Não deixe os outros pensarem que está fazendo "corpo mole", o que de fato pode arruinar sua reputação na empresa. Lembre-se também que, muitas vezes, é necessário abrir uma exceção e ficar até mais tarde no trabalho. O que os especialistas alertam é que não se deve deixar seus compromissos de lado. Portanto, antes de ajudar as pessoas, cumpra seus prazos!

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

O lugar geométrico dos problemas


(03/08/08)
Terça-feira, 05 de Agosto de 2008 às 17h28
O Estado de S. Paulo
Megacidades - Grandes reportagens
JOSÉ SERRA - Governador do Estado de São Paulo
A Grande São Paulo (GSP) é uma das maiores metrópoles do mundo. São cerca de 20 milhões de habitantes aglomerados numa área de 8 mil quilômetros quadrados que abrange 39 municípios. Aí se concentra grande parte do que o Estado de São Paulo tem de melhor - oportunidades de trabalho e negócios, universidades e centros médicos de primeira linha, programação cultural inesgotável. Do outro lado da balança, no atacado, os principais problemas do Estado têm aí seu lugar geométrico - o espaço sobre o qual convergem com intensidade máxima desemprego, poluição, trânsito, violência, déficits de transporte público, saneamento, saúde e ensino básico de qualidade.
Às vezes, o acúmulo de problemas parece superar os atrativos e torna difícil perceber os avanços conseguidos. Quem nunca teve vontade de fugir para sempre da metrópole numa dessas tardes infernais, preso no trânsito debaixo de chuva?
Não me cabe apontar o dedo para as más administrações municipais que deixaram problemas se agravarem. Prefiro registrar progressos alcançados em áreas fundamentais e reconhecer problemas que teremos que enfrentar com mais empenho.
Eppur si muove. Apesar dos pesares, nos últimos anos, uma ação planejada do governo estadual tem permitido uma queda acentuada de índices de criminalidade. Desde o final da década passada até 2007, a taxa de homicídios caiu de 37,1 para 11,3 por 100 mil habitantes no Estado. Na GSP o declínio foi na mesma proporção, de 52,3 para 15,8 homicídios. Isto é comparável ao que se conseguiu em Nova York e Bogotá, casos consagrados de sucesso no combate ao crime.
A expansão da rede hospitalar estadual, desde os anos 1990, vem aliviando o déficit na assistência à saúde. O atendimento municipal também melhorou, notadamente na capital, com seus 11 milhões de habitantes. A periferia ganhou dois grandes hospitais nos últimos três anos, além de outros instalados ou ampliados em Barueri, Cotia e Ferraz. No mesmo período, na capital, foram abertas mais de cem unidades de atendimento ambulatorial (AMAs), reunindo consultas, exames, socorro a pequenas emergências e triagem para mais de 1 milhão de pessoas por ano. A distribuição gratuita de remédios - que era calamitosa - já inclui mais de 170 itens e é hoje muito bem avaliada pela população.
Poderia me estender sobre a expansão dos parques municipais, dos investimentos estaduais em saneamento básico, do ensino técnico, ou ainda sobre os avanços nas redes municipal e estadual de ensino.
A área que menos avanços objetivos tem tido - pelo contrário, parece piorar a cada ano - é a do trânsito, claro. Digo trânsito, e não transporte público, porque a insatisfação em relação a este provém diretamente dos engarrafamentos. No curto prazo, dá para prometer alívio, mas não há soluções mágicas. As ações têm de ser estruturais, envolvendo grandes massas de investimentos bem planejados.
Primeiro, temos que completar o Rodoanel, a fim de evitar que um enorme volume de caminhões tenha que atravessar a GSP para ir, por exemplo, do interior aos Portos de Santos e São Sebastião. Só o Trecho Sul do Rodoanel, que ficará pronto no final de 2009, vai tirar cerca de 70 mil caminhões por dia das avenidas da GSP!
Segundo, precisamos investir na rede de metrô. Hoje temos 61 km. É muito pouco para uma metrópole deste tamanho. Estamos investindo ou vamos investir pesado na expansão da rede: 13 km da Estação da Luz ao Butantã, 4 km do Alto do Ipiranga à Vila Prudente, 4 km da Vila Prudente ao Oratório, 11 km do Largo 13 à Chácara Klabin. Em 2010 iniciaremos duas linhas: 10,5 km da Freguesia do Ó a São Joaquim e 12 km na Linha Vila Prudente-Carrão. Metrô significa rapidez, conforto, pontualidade e alternativa ao automóvel e ao ônibus - significa desengarrafamento.
Pôr a GSP nos trilhos não fica nisso. Dos 240 km de linhas da CPTM que cruzam a região metropolitana, em cerca de 160 km os antigos "trens de subúrbio" podem ser transformados em metrô de superfície. Também teremos os Expressos ABC, Leste e Aeroporto e o metrô leve para Congonhas.
Tudo isso exige esforço e dinheiro. Só o Trecho Sul do Rodoanel, que está sendo feito na máxima velocidade, custará R$ 4 bilhões! Como isso ainda é pouco, vamos usar de forma criteriosa, mas sem inibições ideológicas, concessões e parcerias com a iniciativa privada para começar já no ano que vem o Trecho Leste do Rodoanel.
Na expansão do metrô os investimentos superam os R$ 17 bilhões. Recentemente, a Prefeitura da capital decidiu somar forças com o Estado nessa empreitada, coisa que não fazia desde os anos 1970.
Mas apenas as receitas dos impostos estaduais e municipais não pagariam obras desse vulto. Como o governo tem mantido as contas bem arrumadas, tivemos sinal verde das autoridades federais e do Senado para tomar financiamentos do BID, Banco Mundial, Japão e BNDES. E queremos recorrer também a trocas de patrimônio já amortizado para acelerar investimentos (daí a idéia de privatizar a Cesp).
Os problemas estruturais da GSP, como das outras regiões metropolitanas do Brasil, não se esgotam em trânsito e transporte. Há outros de grande peso. Problemas políticos, para começar. A GSP tem metade dos eleitores do Estado, mas não mais de um quarto dos deputados estaduais e federais. No nosso sistema eleitoral proporcional, o voto nas regiões metropolitanas é muito pulverizado, não se concentra em candidatos locais como no interior. Este fenômeno se reproduz no Rio, em Recife, em Belo Horizonte. A perda de peso político das regiões metropolitanas tem óbvia conseqüência em sua influência na orientação dos investimentos. Esta é uma das razões pelas quais defendo a adoção de alguma forma de voto distrital no Brasil: além de aproximar representantes e representados, ele levaria à representação mais equilibrada das comunidades hoje diluídas no imenso colégio eleitoral que é o Estado inteiro.
Outro aspecto dessa questão reside na forma de distribuição do fundo de participação dos municípios, formado por 23,5% das receitas do Imposto sobre Produtos Industrializados e do Imposto de Renda. O critério leva em conta o fator população, mas só até 160 mil habitantes. Uma cidade com 2 milhões de habitantes recebe o mesmo que uma de 200 mil!
Por último, pesa a ausência de autoridades metropolitanas efetivas, que se sobreponham em certas circunstâncias ao Estado e às prefeituras. Os 39 municípios da GSP têm sistemas autônomos de transportes, no mais das vezes inteiramente descoordenados entre si e com linhas interurbanas.
Os três problemas acima mencionados - sistema eleitoral, distribuição de recursos e autoridades metropolitanas efetivas - exigem soluções constitucionais. Dar-se conta de que eles existem e debatê-los representa, pelo menos, um passo inicial para se começar a resolvê-los. Que ingressemos pelo menos no começo do começo de sua solução.

terça-feira, 29 de julho de 2008

SERRA DESAPARECE DOS EVENTOS DO KASSAB

As aparições públicas do governador José Serra (PSDB) ao lado do prefeito Gilberto Kassab (DEM), seu afilhado político, rarearam após a abertura oficial da campanha eleitoral em São Paulo, no início do mês.
O último encontro público entre os dois ocorreu no dia 7. Os assessores do prefeito afirmam que não existe previsão de quando os dois voltarão a posar juntos para as câmeras.
A atual realidade é bem diferente do período da pré-campanha. Só nos últimos dez dias do mês passado, Serra e Kassab estiveram lado a lado em eventos pelo menos quatro vezes.
Kassab está estacionado em terceiro lugar do Datafolha, com 13%. Marta Suplicy (PT), com 36%, e Geraldo Alckmin (PSDB), com 32%, estão empatados tecnicamente na ponta.
Ontem, Kassab tentou minimizar o sumiço de Serra. "Nossa relação é rotineira, tem dia que a gente fala várias vezes, tem dia que não fala, por telefone, pessoalmente. A responsabilidade de governar o Estado é muito grande, são diversas atribuições", afirmou o prefeito.
Mesmo sem a presença física de Serra, a campanha de Kassab tenta explorar a parceria. Sua campanha tem distribuído panfletos pela cidade com fotos dos dois. Seus assessores alegam que as limitações da Lei Eleitoral, que proíbe a participação do prefeito em inaugurações, por exemplo, ajudaram a rarear os encontros conjuntos.
Eles afirmam ainda que há encontros rotineiros entre os dois para discussões administrativas referentes a projetos do Estado com a prefeitura.
Assessores do governador afirmam que ele não vai abandonar o projeto reeleitoral de Kassab antes do segundo turno, sob risco de implodir sua política de alianças para a eleição presidencial de 2010. Nas palavras de auxiliares, Serra pretende transmitir a imagem de neutralidade, até para não melindrar os alckmistas.
O grupo ligado ao governador não esconde o desconforto com o e-mail enviado por Kassab aos subprefeitos, pedindo "ação" no dia em que seriam realizadas as entrevistas para a última pesquisa Datafolha.
Na quinta-feira, antes de o caso vir à tona, o governador se encontrou reservadamente com Kassab. Um dos temas discutidos foi sua "neutralidade". Secretários tucanos da gestão do prefeito, até agora aguerridos, também dizem que vão evitar eventos de campanha. Tal tarefa será delegada, dizem, aos subprefeitos tucanos que estão na gestão municipal.
Mesmo os tucanos kassabistas já dizem que será inevitável que Serra apareça no programa eleitoral de Alckmin na TV. O governador também estará no de Kassab. Serra não gravará depoimentos. Mas há um farto material colhido durante as inaugurações em que os dois estiveram lado a lado.
Os aliados de Alckmin esperam que, com a suspeita de uso da máquina pesando sobre Kassab, Serra fique mais distante do prefeito.

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Fuad veta uso de seu nome e imagem por outros partidos

O prefeito Fuad Chucre (PSDB) doou de maneira exclusiva, em documento, os direitos de imagem e nome, seja de maneira escrita, visual e sonora, para seu candidato a prefeito pelo PSDB, Dr. João Naves. Isto veta o uso de seu nome e imagem por outros candidatos e partidos.O documento (carta de intenções, com firma reconhecida e registrada em cartório), dá o direito ao candidato de Fuad, Dr. João Naves (PSDB), a autorizar e utilizar o nome e a imagem por candidatos a vereador do próprio partido durante a campanha eleitoral, e outorga, ao mesmo tempo, ao próprio Dr. João Naves reclamar na justiça o uso indevido da imagem.Segundo o candidato de Fuad, Dr. João Naves, a intenção do prefeito Fuad é a de coibir o uso de sua imagem por outros candidatos e partidos, que tinham a intenção de utilizá-la para tentar confundir o eleitor.