segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

Operação antiCPMF restabeleceu o entendimento na oposição.


A aliança PSDB/DEM abalada durante a maior parte do ano, ainda com reflexos da campanha presidencial, pode estar de volta com mais vigor. O entendimento entre os dois partidos na votação da CPMF foi um sinal importante. Ela começa pelos cardeais Fernando Henrique e Jorge Bornhausen, mas se exterioriza através dos líderes Arthur Virgílio e José Agripino no Senado. Se ela esteve presente na votação mais importante do ano, talvez abra o caminho para embates futuros.
Gilberto Kassab e Geraldo Alckmin
Fora do Senado, o teste maior virá com as eleições municipais, o fato político mais importante do ano. A principal delas deverá travar-se em São Paulo, onde há interesses conflitantes na disputa pela prefeitura de São Paulo. Gilberto Kassab, do DEM, e que era o vice-prefeito de José Serra, está no cargo. Este é cobiçado pelo PSDB que se considera a maior força política do Estado e já cogita lançar Geraldo Alckmin. Até argumentando que o PT dispõe de bons nomes, como Marta Suplicy.
Na equação satisfatória desta equação reside o maior desafio para a manutenção do bom momento nas relações entre PSDB e DEM, já com vistas às eleições presidenciais, O entendimento entre PSDB e DEM (ex-PFL) vem de longe, desde a primeira eleição de Fernando Henrique Cardoso em 1994. Teve uma pausa na campanha de José Serra em 1998, em função do episódio Roseana Sarney, candidata lançada pelo PFL e que renunciou em sinal de protesto por ações da PF que a prejudicaram.
As relações entre os dois partidos foram recuperadas lentamente diante de um adversário comum, o presidente Lula. E passam agora por um bom momento. Para isso está contribuindo decisivamente o bom momento entre os dois partidos no Senado.
Desafio do governo
Se no Senado é que PSDB e DEM mantêm uma oposição forte e unida, também é lá que o Palácio do Planalto por força desta situação enfrenta sua maior dificuldade. Nem na relação com os governadores de oposição a dificuldade é tão expressiva. Claro que a relação de dependência dos estados diante do governo federal contribui para tanto, a ponto de ter sido intensamente acionada (sem êxito) pelo governo federal para mudar o resultado na votação da CPMF.
E, nesta operação, não fazendo distinção entre governadores da oposição ou de partidos do governo. Apostando na carência de recursos e a necessidade óbvia de apoio financeiro a tentativa se fez presente. Até porque os estados dependem muito dos recursos e boa vontade de Brasília.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

A casa caiu para o presidente operário

Ola amigos....
O governo perdeu a votação da CPMF, precisava de 49 votos para ganhar mas teve apenas 45 votos, minha gente, o negócio ficou preto para o governo, que arrecadava 40 bi de reais por ano, pense isso por mês, 3,4 bi, muito dinheiro que rendeu a reeleição do Senhor Presidente e os desvios de verbas que deveriam ser destinadas a saúde, mas utilizadas para a ampliação do Bolsa Familia, que ampliou o numero de pessoas que ficaram dependentes de um misero 90 reais para sustentar familias de baixa renda. Isso é um absurdo....
Mas os senadores foram felizes em acabar com imposto que não só era do cheque, mas de todas as movimentações financeiras.
Parabens senadores, parabens Brasil por esse ato de coragem, agora espero que o governo tome vergonha na cara e manda para a discução a reforma tributaria, politica e da previdencia.

Graças a Deus minha conta ficará com alguns reais a mais.....

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CPMF É DERRUBADA NO SENADO


13/12/2007 - 01h12 - Atualizado em 13/12/2007 - 09h12
Senado derruba prorrogação da CPMF
Decisão retira dos cofres do governo R$40 bilhões em 2008.Estados devem ser afetados com cortes em repasses federais.
ROBERTO MALTCHIKALEXANDRO MARTELLO Do G1, em Brasília
entre em contato
O plenário do Senado rejeitou na madrugada desta quinta-feira (13), por 45 votos contra 34, a proposta de prorrogação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) até 2011.

Logo após a derrota, o ministro de Relações Institucionais, José Múcio Monteiro, disse que
o governo não pretende apresentar uma nova Proposta de Emenda Constitucional (PEC) em 2008 para reimplementar a CPMF. "Vamos pensar numa proposta diferente”, disse o ministro.

A incidência da CPMF sobre as movimentações financeiras vai terminar no dia 31 de dezembro deste ano.

A decisão ocorreu após um longo processo de negociações - mal sucedidas - envolvendo governo e oposição e representa a redução em R$ 40 bilhões na arrecadação federal no ano que vem.

Com a derrota, o governo terá que apresentar uma nova Proposta de Emenda Constitucional, no ano que vem, para a criação da CPMF, caso queira renovar a cobrança do tributo. Neste caso, uma vez aprovada, o reinício da cobrança ainda levaria 90 dias, por conta da legislação tributária brasileira.

Última cartada
Em uma última cartada para tentar aprovar a prorrogação do chamado "imposto do cheque", o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), propôs adiar novamente a votação da CPMF por mais um dia.

Ele sustentou que o adiamento seria necessário para que a oposição pudesse avaliar, com calma, uma nova proposta do governo federal - confirmada por meio de
carta assinada pelos ministros da Fazenda, Guido Mantega, e das Relações Institucionais, José Múcio. Também foi enviada uma carta do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN), confirmando a oferta dos ministros.
A nova proposta, segundo Jucá, englobaria ou a transferência total dos recursos arrecadados por meio da CPMF para a área de Saúde no decorrer dos próximos três anos, ou a extinção do tributo a partir de 2009, sendo que, antes disso, seria debatida a reforma tributária.

O esforço foi em vão: a oposição rejeitou a proposta, quase que de imediato.

Já no início da madrugada, o senador Pedro Simon (PMDB-RS), último orador inscrito para falar na tribuna, ainda fez um apelo: adiar a votação. "Faço um apelo dramático. Vamos ler e debater esse documento e voltar a daqui a 11 horas e 56 minutos. Ninguém ganha [hoje], seja qual for o resultado", disse. O governo buscou o adiamento numa articulação de bastidores no plenário, mas a oposição não cedeu.
Recado
Mesmo antes da sessão, a oposição já cantava vitória. O líder do PSDB, Arthur Virgílio (AM), avaliava que a derrubada da CPMF não significaria que o "Brasil vai acabar". “Em período de crise internacional, o Brasil não acabou. Não vai acabar. E acredito que o Brasil tem firmes condições de, sem a CPMF, sofrer um ajuste pelo lado da despesa, cortando supérfluos. O presidente poderia tomar alguma medida para abrir um debate sobre reforma tributária", disse o tucano.

"Se tiver vontade de fazer reforma tributária, em tempo recorde, com sua maioria na Câmara, e com nossa boa vontade no Senado, ele aprovaria em tempo recorde em ano eleitoral”, acrescentou. Já o líder do Democratas (DEM), José Agripino (RN), dizia que a derrota seria um recado para o governo. “É um ponto de inflexão da classe política. O governo não vai poder aumentar mais a carga tributária. Mostra que o Brasil vai crescer com a queda da carga tributária”, disse. No outro lado, o senador Francisco Dornelles (PP-RJ) tinha uma opinião bem diferente dos líderes da oposição. “Será um caos financeiro. Um caos nas finanças públicas. Alguns programas sociais, alguns fundos setoriais serão prejudicados, por exemplo, o Bolsa Família”, observa.
Negociações
Antes da votação, governo, oposição e representantes dos estados travaram uma intensa negociação, com diferentes propostas, todas sem um resultado positivo para Planalto. O governo resistiu em aceitar uma proposta elaborada pelo Conselho Nacional dos Secretários Estaduais de Saúde para que o orçamento da saúde crescesse R$ 45 bilhões até 2010. Para isso, os recursos da CPMF para o setor deveriam ser ampliados progressivamente, chegando a 80% da arrecadação do tributo em 2010. Os outros 20% da CPMF continuariam livres para os gastos do Executivo, por meio da DRU. Enquanto isso, o Palácio do Planalto acenava com uma ampliação menor dos recursos destinados pelo tributo para a saúde, com um incremento de R$ 36 bilhões. A regulamentação da emenda 29, que já foi aprovada pela Câmara, prevê um incremento de R$ 24 bilhões ao orçamento da Saúde até 2011

domingo, 2 de dezembro de 2007

Fiz Aniversario que legal

Ola amigos estou no dia 03 de dezembro completando meus 33 anos de vida e fico feliz por isso, pois foram 33 anos bem vividos. Não tenho nada a reclamar, sou um previlegiado, tenho uma familia maravilhosa, com minha esposa Lili e meu filho Miguel. Tenho a honra de ter minha mãe e minha irmã e aminha vó Helena vivinha da silva aos 86 anos, ganhei uma nova familia com a minha esposa, a minha sogra a Regina meu sogro Bene e minha cunhada Bruna, o pessoal da Miriane (minha comadre), com o George (cumpadre), Daniel, Guilherme, Joaninha, Daiane; a Eliane e as crianças, o Leo, a Rose (in memorian) e familia, en tese tudo bom.




Mas tenho muitos amigos que se foram como o Xandão que num assalto foi morto friamente em 2003, deixando muito saudade. Meu pai seu Zé Vitalino, tio Pedro, Gilberto da Crisma, minha prima Sonia, nosso sempre governador Mario Covas, Franco Montoro, Sergio Mota, veio Bittencort, amigos que se foram e me deixaram muitas saudades...




Mas tenho muitos amigos vivos em várias epocas, o pessoal do Jd. Roberto em Osasco, do Pestana, do São Victor, do Cirino em Osasco, de Barueri, do Escola Mirthes (EEPSG de Barueri) sou dessa epoca, escotismo (bandeirante e do Rondon), da rua Inacio de Camargo, da Igreja(Pe. Danilo, e a trupe dos coroinhas, 1° comunhão, da Crisma, Catequese, Grupo de Jovens, Canto, administração, Recanto Infantil), do Raposo, dos empregos que tive em Barueri, do PSDB, (O Gatti e seu grupo, Getulio, Vivi, Bolaxa, Mario Lopes entre outros), da Radio (Palnalto FM), das minhas ex namoradas, do C...do Padre, Rampas, da minha campanha para vereador, da Camara de Barueri, da Prefeitura, da Juventude do PSDB (Ronaldo Corinthiano e esposa, Anderson, Telma, Gersão, Vivian, Bolaxa, Gordo, Ronnie, entre outros que não me lembro), o gremio do Mirthes, do Desafio, da Lider, do Jornal Primeira Hora, do Bosco do Jornal Cidade de Barueri, ACIB, da Cooperserv, do PT, PFL, PDT, PSB, PMDB, meus parentes.




Carapicuiba, que me recebeu muito bem, PSDB, a familia da minha esposa (Dona Edy, Wanderlei, Tia Ceição e o tio Bastião, tia Dadinha e tio Zacarias (in memorian), amigos que fiz na Vila, da Igreja (Pe. Claudio, Catequese, Pastoriais do Dizimo, Coração de Maria, Liturgia, entre outros) JPSDB,´prefeitura, Camara, todos meus amigos de vários bairros, da Casa do Empreendedor em especial, contadores, entre outros....




Fora os amigos dee outras cidades e denominações que participo, como o PSDB estadual, onde atuei por 13 anos na JPSDB estadual...










Por isso que tenho muita alegria de viver e de estar vivo que é muito importante.






Abs





Serra é favorito a 2010 e 3o mandato é rejeitado, diz pesquisa



SÃO PAULO (Reuters) - O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), é o favorito para suceder o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na eleição de 2010, de acordo com pesquisa Datafolha. Os possíveis candidatos petistas ficaram na faixa de um dígito das intenções de voto.
O deputado federal Ciro Gomes (PSB), ex-ministro de Lula, aparece com chances, superando o governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), nos cenários em que os dois potenciais candidatos são colados lado a lado. Serra e Aécio travam disputa dentro do PSDB para a indicação à eleição que ocorre daqui a três anos.
Serra, que perdeu o pleito presidencial de 2002 para Lula, recebeu entre 37 e 38 por cento das intenções de voto na pesquisa divulgada na edição de domingo do jornal Folha de S. Paulo.
No cenário em que os candidatos são Serra, Ciro, a ex-candidata à Presidência Heloísa Helena (PSOL), a ministra do Turismo, Marta Suplicy (PT), e o ministro da Defesa, Nelson Jobim (PMDB), o tucano surge na frente com 37 por cento das intenções de voto. Ciro fica em segundo, com 18 por cento, e aparecem na sequência Heloísa Helena (13 por cento), Marta (6 por cento) e Jobim (2 por cento).
Na mesma situação, mas com Aécio no lugar de Serra, Ciro teria 27 por cento, Heloísa Helena, 18 por cento, o governador mineiro 15 por cento, Marta ficariam com 9 por cento e Jobim teria 3 por cento.
A pesquisa do Datafolha indica ainda que 50 por cento da população aprova o governo Lula, dois pontos percentuais acima do levantamento anterior, feito em agosto. Para 35 por cento, o governo é considerado regular. Ruim ou péssimo foi a avaliação para 14 por cento dos entrevistados. O combate à fome e à miséria é o ponto alto da gestão Lula e o setor pior avaliado é o da saúde.
O direito a um terceiro mandato para o presidente Lula também foi abordado na pesquisa. Um total de 65 por cento rejeitou essa possibilidade, a partir de uma pergunta sobre se os brasileiros concordariam com uma mudança na lei para que Lula volte a concorrer em 2010. Mas 31 por cento concordam com o mecanismo, que vem sendo negado publicamente pelo presidente.
A sondagem foi realizada entre 26 e 29 de novembro com 11.741 pessoas em 390 municípios de 25 unidades da federação. A margem de erro é de dois percentuais.
(Por Carmen Munari)

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

As coisas estão acontecendo rapido demaisl




Ola amigos...


Hoje inicio colocando opinões minhas sobre algumas coisas do cotidiano...


Vocês perceberão que as coisas ocorrem muito rapido, acredite o mundo de 20 anos pra cá tem tido farias revoluções como o avanço da tecnologia, da ciencia, da ecologia, a degradação social, entre outros. Nesta semana vimos vários absurdos como a morte de 7 torcedores do Bahia no Estadio da Fonte Nova, que será demolido. O caso do Governo Lula que tem vários indicios de corrupção e nada acontece contra seu governo. A morte de vários policiais que são pegos em emboscadas no Rio de Janeiro; A banalidade contra a vida sta num estagio absurdo, ninguem merece.
As coisas tem tido uma rapidez voraz, vejam por exemplo a clonagem, já estão fazendo experimentos com animais para que seus orgão fiquem compativeis ao ser humano, hoje nenhum filho fica sem pai depois da descoberta do DNA, sendo comum os exames hoje comprovarem a paternidade, hoje temos tv de plasma, computadores de mão abaixo dos R$ 1800,00, jogos que simulam a vida e nos faz pensa. Mas tambem existe o lado mal da coisa, terroristas utilizam microoranismos para fazer uma guerra biologica, hoje os bandidos tem tecnologia de ponta em armamentos e muito dinheiro para abastecer a coruupção na policia e em orgão publicos.
Mas isso só ocorre porque todos nós temos acesso as informações atraves do radio, da tv, internet, celulares, jornais, conversas, em resumo, ate nisso a tecnologia age, e ai as coisas vão acontecendo rapido demais.

Julio Cesar dos Santos é coordenador da Casa do Empreendedor da Prefeitura de Carapicuiba, Diretor Coordenador do Instituto Teotonio Villela de Carapicuiba, é membro do PSDB de Carapicuiba, foi Conselheiro Politico Nacional da JPSDB/SP.


terça-feira, 27 de novembro de 2007

Bruno Covas é eleito presidente nacional da Juventude PSDB


21 de Novembro de 2007
Deputado quer que lideranças mantenham a coerência e os ideais do partido
O deputado estadual Bruno Covas foi eleito presidente nacional da Juventude PSDB nesta quarta-feira, dia 21, durante o 3º Congresso e a 9ª Convenção do partido, realizados em nível nacional, na cidade de Brasília.
Eleito por uma chapa de consenso (batizada com o nome de Julio Redecker, deputado federal do Rio Grande do Sul morto este ano no acidente da TAM), Bruno terá como vice Leonardo de Souza, de Goiás. E Geovani Pereira, do PSDB de Minas Gerais, ocupará o cargo de secretário geral.
Estavam presentes o presidente nacional do partido, senador Tasso Jereissati; os deputados paulistas José Aníbal, Lobbe Neto e Duarte Nogueira, a senadora Marisa Serrano, do Mato Grosso do Sul; Marconi Perillo, ex-governador de Goiás; e os senadores Flexa Ribeiro, do Pará; e Sérgio Guerra, de Pernambuco, além de outras lideranças do partido.
No discurso, cobranças ao partido
Durante o discurso feito logo após o resultado da eleição, Bruno revelou quais serão os próximos projetos da Juventude PSDB. E foi além. Disse que espera do partido a realização de uma discussão interna que faça jus à frase do Hino Nacional, que diz ..."verás que um filho teu não foge à luta..." .
O deputado recomendou uma postura mais firme das lideranças para que mantenham a coerência com os ideais do partido e o posicionamento adotado pelo PSDB. E ao lembrar o cenário político atual, Bruno pediu ainda que a bancada do partido no Senado vote pela cassação de Renan Calheiros, apoiando o movimento Fora Renan. Bruno ressaltou que a Juventude PSDB não vai admitir senador tucano votando contra a cassação.
Em sua fala, o deputado destacou a importância de se destinar parte dos recursos do Instituto Teotônio Vilela (ITV) à juventude tucana, para cursos de formação política. Para ele, o jovem bem informado fará a defesa dos princípios democráticos que norteiam o partido.
Outra bandeira defendida em seu discurso é sobre o trabalho a ser desenvolvido para contar com candidatos jovens à eleição para prefeito e vice, em 2008, e para deputados em 2010.